Porque é que a minha mão direita está sempre muito mais fria que a esquerda?
Mesmo quando ando com as duas nos bolsos. Mesmo quando estou a trabalhar com ambas.
Alguém me pode responder? Ficaria muito agradecida.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Coisas de Mini-seminomada VIII
Na praia, a querer brincar à apanhada com a mãe e a avó:
- Vá, agora vocês são os germes e eu sou o sabonete.
Eu e a avó olhámos uma para a outra e desatémos a rir, claro!
No meu tempo, uma criança de 3 anos diria qualquer coisa como "Vocês eram os indios e eu o cowboy" ou "Eu era o polícia e vocês os ladrões"... Mas germes?! OMG!!!
- Vá, agora vocês são os germes e eu sou o sabonete.
Eu e a avó olhámos uma para a outra e desatémos a rir, claro!
No meu tempo, uma criança de 3 anos diria qualquer coisa como "Vocês eram os indios e eu o cowboy" ou "Eu era o polícia e vocês os ladrões"... Mas germes?! OMG!!!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
São servidos?
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Diz que esta música estava na moda no ano em que nasci
Foleirita?! Pois é, mas eu gosto! (há alguém que não goste de pelo menos uma música foleira?)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Mezinhas
Acabei de adormecer o meu filho, fazendo-lhe massagens nas costas com Vicks Vaporub (a minha embalagem não é exactamente assim, é igual às "antigas") :-D
Ano novo (vida nova?)
Este ano começa cheio de incertezas e sonhos.
Não faço ideia como vai terminar, mas gostava francamente que a minha vida desse uma grande volta...
Talvez daqui a uns meses oiçam dizer que a Seminomada decidiu levantar arraiais e partir para outro sítio...
Quem sabe?!
:-)
Não faço ideia como vai terminar, mas gostava francamente que a minha vida desse uma grande volta...
Talvez daqui a uns meses oiçam dizer que a Seminomada decidiu levantar arraiais e partir para outro sítio...
Quem sabe?!
:-)
Deixar o ano velho
Parece que é da praxe escrever qualquer coisa sobre esta altura, em que um ano termina e começa outro...
Na 6ª feira, dia 30, saí do trabalho com a sensação de ter deixado (quase) tudo resolvido. Já não me acontecia isso há uns anos, o que me levou a ficar ainda mais contente.
Quando cheguei a casa, pus a roupa toda que estava no cesto a lavar, para não andar em 2012 a lavar roupa suja de 2011 (duplo sentido).
Ou seja, saí do ano velho com grande parte das minhas coisinhas arrumadinhas e organizadinhas.
E que bem que me senti com isso :)
Na 6ª feira, dia 30, saí do trabalho com a sensação de ter deixado (quase) tudo resolvido. Já não me acontecia isso há uns anos, o que me levou a ficar ainda mais contente.
Quando cheguei a casa, pus a roupa toda que estava no cesto a lavar, para não andar em 2012 a lavar roupa suja de 2011 (duplo sentido).
Ou seja, saí do ano velho com grande parte das minhas coisinhas arrumadinhas e organizadinhas.
E que bem que me senti com isso :)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Primeiro nome: Mãe
Hoje lembrei-me disto, ao registar no meu telemóvel um número como "Mãe do S."
Não faço ideia como se chama a mãe do S... Só sei que precisei de registar o número dela, porque o seu filho é o melhor amigo do meu e hoje vou buscar os dois e levá-los para minha casa. (O meu filho já leva amigos para casa!!!)
É uma identidade que ganhamos quando os nossos filhos nascem. Passamos a ter um outro nome: Mãe/Pai daquela criança. Na escola é por esse nome que nos tratam, se vamos a uma consulta médica com a criança, também é assim que nos chamam e para os amigos dele (e respectivos pais) é isso que somos.
Hoje registei pela primeira vez um número como "Mãe de..." um amigo do meu filho. Um amigo que não é filho dos meus amigos. Um amigo escolhido por ele. Eu e a mãe dele somos apenas isso mesmo: Mãe do amigo do filho. Gosto disso, porque revela que já sabem fazer as suas escolhas e estão a começar a sair de debaixo das nossas asas! :D
Não faço ideia como se chama a mãe do S... Só sei que precisei de registar o número dela, porque o seu filho é o melhor amigo do meu e hoje vou buscar os dois e levá-los para minha casa. (O meu filho já leva amigos para casa!!!)
É uma identidade que ganhamos quando os nossos filhos nascem. Passamos a ter um outro nome: Mãe/Pai daquela criança. Na escola é por esse nome que nos tratam, se vamos a uma consulta médica com a criança, também é assim que nos chamam e para os amigos dele (e respectivos pais) é isso que somos.
Hoje registei pela primeira vez um número como "Mãe de..." um amigo do meu filho. Um amigo que não é filho dos meus amigos. Um amigo escolhido por ele. Eu e a mãe dele somos apenas isso mesmo: Mãe do amigo do filho. Gosto disso, porque revela que já sabem fazer as suas escolhas e estão a começar a sair de debaixo das nossas asas! :D
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Mãe galinha, mas não muito
O Mini-seminomada foi pela primeira vez a uma visita de estudo.
Sempre achei que quando este dia chegasse eu teria receio de o deixar ir e quereria ir atrás do autocarro para me certificar que corria tudo bem. Mas afinal não foi isso que aconteceu... Quando soube que a Escola ia levá-los a passear, assinei a autorização sem hesitar e até sorri ao pensar "Vai ter a sua primeira visita de estudo... Está tão crescido!"
Hoje foi o dia e eu ainda achei que ficaria apreeensiva. Mas tenho estado calma, a pensar que espero que ele tenha gostado do teatro (foram ver um teatro de fantoches) e ansiosa por ouvir o que ele terá para contar quando eu o for buscar.
Parece que afinal não sou tão "Mãe-galinha" quanto pensava...
Sempre achei que quando este dia chegasse eu teria receio de o deixar ir e quereria ir atrás do autocarro para me certificar que corria tudo bem. Mas afinal não foi isso que aconteceu... Quando soube que a Escola ia levá-los a passear, assinei a autorização sem hesitar e até sorri ao pensar "Vai ter a sua primeira visita de estudo... Está tão crescido!"
Hoje foi o dia e eu ainda achei que ficaria apreeensiva. Mas tenho estado calma, a pensar que espero que ele tenha gostado do teatro (foram ver um teatro de fantoches) e ansiosa por ouvir o que ele terá para contar quando eu o for buscar.
Parece que afinal não sou tão "Mãe-galinha" quanto pensava...
sábado, 10 de dezembro de 2011
A força que não tenho
Em Maio fiz uma viagem de avião e conheci um jovem que me encantou. Tinha 19 anos, mas parecia mais velho. Era muito bem educado e, segundo os meus estereótipos, tinha ar de ser de "boas famílias". Contou-me um pouco da sua história e do que fazia ali.
Quando acabou o 9º ano de escolaridade, decidiu que não queria ir para o curso de carácter geral e enveredou pelo ensino técnico-profissional. Ao fim de três anos, terminou o curso, com equivalência ao 12º ano. Decidiu fazer o exame nacional de matemática, para mostrar aos pais que não ia para a faculdade apenas e só porque não queria. Teve 18 no exame.
Naquele momento ia a caminho de Paris, porque lhe tinham feito uma oferta de emprego naquela cidade e ele tinha aceite.
Não sei sequer o nome dele, mas acho que uma pessoa com uma determinação destas irá longe!
Aos 31 anos gostava de saber defender tão bem aquilo que quero como ele sabe aos 19!
Eu sinto que enveredei recentemente por um caminho que não é o que quero por não ter coragem de assumir perante a minha família que sou diferente e porque não consigo atingir o objectivo que eu realmente queria...
Tenho pensado tanto no rapaz do avião... Desejo-lhe toda a felicidade do mundo!!!
Quando acabou o 9º ano de escolaridade, decidiu que não queria ir para o curso de carácter geral e enveredou pelo ensino técnico-profissional. Ao fim de três anos, terminou o curso, com equivalência ao 12º ano. Decidiu fazer o exame nacional de matemática, para mostrar aos pais que não ia para a faculdade apenas e só porque não queria. Teve 18 no exame.
Naquele momento ia a caminho de Paris, porque lhe tinham feito uma oferta de emprego naquela cidade e ele tinha aceite.
Não sei sequer o nome dele, mas acho que uma pessoa com uma determinação destas irá longe!
Aos 31 anos gostava de saber defender tão bem aquilo que quero como ele sabe aos 19!
Eu sinto que enveredei recentemente por um caminho que não é o que quero por não ter coragem de assumir perante a minha família que sou diferente e porque não consigo atingir o objectivo que eu realmente queria...
Tenho pensado tanto no rapaz do avião... Desejo-lhe toda a felicidade do mundo!!!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
É mais ou menos isso
Mais umas do mini-seminomada...
Situação 1: Seminomada e sua cria foram de comboio visitar a familia. A certa altura da viagem tivémos de trocar e fazer o resto do percurso de auto-motora. Eu expliquei que era um comboio mais pequeno e que tinha esse nome (auto-motora). Ele repetiu, mas a palavra era nova...
Quando chegámos, contou à avó a sua viagem:
Ele - Eu vim no comboio, avó!
Avó - Foi?! E gostaste?
Ele - Sim!
Eu - Sabes dizer à avó como se chamava aquele comboio mais pequenino?
Ele - Avó, eu andei também num comboio mais pequenino. Chamava-se... Doutora!
(Auto-motora... Doutora... até nem soa muito diferente... LOL!!!)
Situação 2: Mini-seminomada sozinho em casa com a mãe Seminomada. O pai estará ausente toda a semana em trabalho. Mini-seminomada diz que quer o pai e, depois de falar com ele ao telefone, refere que gostava que ele estivesse em casa, porque não quer que o pai esteja sozinho. Mãe explica que o pai não está sozinho, porque está com colegas.
Ele - O pai está nos escorregas?! (colegas/ escorregas)
Eu - Ahahahah!!! Não, filho, o pai está com alguns colegas.
Ele - O pai está com os escorregas...
Eu - Ahahahah!!! Com colegas, filho!
Ele - O pai está nos escorregas! (a rir-se, porque embora não saiba bem porquê, já percebeu que disse qualquer coisa com graça)
E pronto, eu ando cada vez mais babada com o meu menino, que já não é um bebé, conversa imenso, expressa bem o que quer e é uma óptima companhia!
Situação 1: Seminomada e sua cria foram de comboio visitar a familia. A certa altura da viagem tivémos de trocar e fazer o resto do percurso de auto-motora. Eu expliquei que era um comboio mais pequeno e que tinha esse nome (auto-motora). Ele repetiu, mas a palavra era nova...
Quando chegámos, contou à avó a sua viagem:
Ele - Eu vim no comboio, avó!
Avó - Foi?! E gostaste?
Ele - Sim!
Eu - Sabes dizer à avó como se chamava aquele comboio mais pequenino?
Ele - Avó, eu andei também num comboio mais pequenino. Chamava-se... Doutora!
(Auto-motora... Doutora... até nem soa muito diferente... LOL!!!)
Situação 2: Mini-seminomada sozinho em casa com a mãe Seminomada. O pai estará ausente toda a semana em trabalho. Mini-seminomada diz que quer o pai e, depois de falar com ele ao telefone, refere que gostava que ele estivesse em casa, porque não quer que o pai esteja sozinho. Mãe explica que o pai não está sozinho, porque está com colegas.
Ele - O pai está nos escorregas?! (colegas/ escorregas)
Eu - Ahahahah!!! Não, filho, o pai está com alguns colegas.
Ele - O pai está com os escorregas...
Eu - Ahahahah!!! Com colegas, filho!
Ele - O pai está nos escorregas! (a rir-se, porque embora não saiba bem porquê, já percebeu que disse qualquer coisa com graça)
E pronto, eu ando cada vez mais babada com o meu menino, que já não é um bebé, conversa imenso, expressa bem o que quer e é uma óptima companhia!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Para desanuviar do post anterior
Mãe Seminómada a calçar os sapatos ao mini-seminomada:
Eu - Vá, deixa-me apertar os atacadores!
Ele - Atacadores?!?! (ele está habituado a sapatos de velcro)
Eu - Sim, isto são os atacadores do teu sapato.
Ele - Porquê? Eles vão atacar?
(LOL!!!)
Eu - Vá, deixa-me apertar os atacadores!
Ele - Atacadores?!?! (ele está habituado a sapatos de velcro)
Eu - Sim, isto são os atacadores do teu sapato.
Ele - Porquê? Eles vão atacar?
(LOL!!!)
Aceitam-se críticas!
Hoje perdi o meu filho!
Durante uns minutos (não sei quantos, mas pareceram-me horas) eu realmente não sabia onde ele estava.
Chamem-me desleixada, negligente,... o que quiserem! Tudo o que me possam chamar não me fará sentir pior que aqueles momentos!
Um defeito que o meu filho tem e que eu já tentei corrigir de diversas formas (todas infrutiferas) é desatar a correr e nem olhar para trás, para ver se vê a mãe ou o pai. Até hoje, sempre o consegui manter debaixo de olho e, fora uma vez em que deixei de o ver numa loja, porque ele estava no meio dos expositores de roupa, nunca tinha sentido que ele tinha desaparecido.
Estávamos no centro comercial e o mini-seminomada (mais uma vez) começou a correr desenfreadamente. Chamei-o várias vezes, mas nestas alturas o rapaz tende a ter "ataques de surdez"... O local onde estávamos formava um quadrado de lojas à volta das escadas rolantes. Como vi que ele estava a dar a volta (ou seja, a percorrer o quadrado) fui ao encontro dele. Num momento, estava a ver o reflexo dele no vidro de uma loja e no momento seguinte, ao virar a esquina, deixei de o ver. Olhei bem para o percurso que o tinha visto fazer e nada. Recuei, para ver se ele teria decidido inverter o sentido da marcha para vir ter comigo e nada. Como estávamos perto das escadas rolantes, pensei que poderia ter acontecido ele ter decidido meter-se pelas escadas. Olhei para cima, olhei para baixo... nada. Ele levara sumiço!
Lembrei-me que estava perto de um balcão de informações e pensei que o melhor era dar o alerta, quanto mais não fosse, porque assim teria mais gente a ajudar-me a procurar nos vários pisos (a ideia de ele ter subido ou descido pelas escadas rolantes não me saia da cabeça). Preferia ser considerada mãe negligente a perder o meu filho de vez!
A senhora do balcão pegou imediatamente no telefone e começou a perguntar-me que idade ele tinha e como estava vestido. À medida que eu ia falando, ela ia transmitindo a informação ao segurança. Impecável!
De repente, lembrei-me que exatamente na esquina em que deixei de o ver, há uma loja de roupa que costuma ter TV ligada com desenhos animados (já me deu jeito algumas vezes) e ao descermos do piso superior e passarmos à porta dessa loja ele tinha-me pedido para ir lá ver bonecos. Deixei a senhora a dar detalhes ao segurança e saí a correr. Quando cheguei ao fundo da loja, lá estava sua excelência, a conversar com um menino e a ver desenhos animados.
O que senti naquele momento foi um misto de alivio (muito, muito, muito alivio) e zanga (por ele ter fugido e, confesso, por estar com um ar tão descontraído, de quem ainda nem sequer tinha pensado que a mãe não estava ali). Abracei-o, disse-lhe que me tinha pregado um grande susto, peguei nele ao colo e fui ao balcão das informações dizer que já o tinha encontrado e agradecer à senhora.
Já se passou mais de uma hora, ele está sossegadinho na sua cama a dormir a sesta, mas o aperto no meu peito ainda não passou completamente...
Durante uns minutos (não sei quantos, mas pareceram-me horas) eu realmente não sabia onde ele estava.
Chamem-me desleixada, negligente,... o que quiserem! Tudo o que me possam chamar não me fará sentir pior que aqueles momentos!
Um defeito que o meu filho tem e que eu já tentei corrigir de diversas formas (todas infrutiferas) é desatar a correr e nem olhar para trás, para ver se vê a mãe ou o pai. Até hoje, sempre o consegui manter debaixo de olho e, fora uma vez em que deixei de o ver numa loja, porque ele estava no meio dos expositores de roupa, nunca tinha sentido que ele tinha desaparecido.
Estávamos no centro comercial e o mini-seminomada (mais uma vez) começou a correr desenfreadamente. Chamei-o várias vezes, mas nestas alturas o rapaz tende a ter "ataques de surdez"... O local onde estávamos formava um quadrado de lojas à volta das escadas rolantes. Como vi que ele estava a dar a volta (ou seja, a percorrer o quadrado) fui ao encontro dele. Num momento, estava a ver o reflexo dele no vidro de uma loja e no momento seguinte, ao virar a esquina, deixei de o ver. Olhei bem para o percurso que o tinha visto fazer e nada. Recuei, para ver se ele teria decidido inverter o sentido da marcha para vir ter comigo e nada. Como estávamos perto das escadas rolantes, pensei que poderia ter acontecido ele ter decidido meter-se pelas escadas. Olhei para cima, olhei para baixo... nada. Ele levara sumiço!
Lembrei-me que estava perto de um balcão de informações e pensei que o melhor era dar o alerta, quanto mais não fosse, porque assim teria mais gente a ajudar-me a procurar nos vários pisos (a ideia de ele ter subido ou descido pelas escadas rolantes não me saia da cabeça). Preferia ser considerada mãe negligente a perder o meu filho de vez!
A senhora do balcão pegou imediatamente no telefone e começou a perguntar-me que idade ele tinha e como estava vestido. À medida que eu ia falando, ela ia transmitindo a informação ao segurança. Impecável!
De repente, lembrei-me que exatamente na esquina em que deixei de o ver, há uma loja de roupa que costuma ter TV ligada com desenhos animados (já me deu jeito algumas vezes) e ao descermos do piso superior e passarmos à porta dessa loja ele tinha-me pedido para ir lá ver bonecos. Deixei a senhora a dar detalhes ao segurança e saí a correr. Quando cheguei ao fundo da loja, lá estava sua excelência, a conversar com um menino e a ver desenhos animados.
O que senti naquele momento foi um misto de alivio (muito, muito, muito alivio) e zanga (por ele ter fugido e, confesso, por estar com um ar tão descontraído, de quem ainda nem sequer tinha pensado que a mãe não estava ali). Abracei-o, disse-lhe que me tinha pregado um grande susto, peguei nele ao colo e fui ao balcão das informações dizer que já o tinha encontrado e agradecer à senhora.
Já se passou mais de uma hora, ele está sossegadinho na sua cama a dormir a sesta, mas o aperto no meu peito ainda não passou completamente...
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Funciono a energia solar
O Verão alargado estava a saber-me tão bem!!!
Eu sei que a água faz falta para a agricultura (e não só), também sei que o S. Pedro tem de agradar a "gregos e troianos" e há mesmo gente que gosta de dias chuvosos e com frio, mas eu gosto mesmo é do calor e custa-me a chegada do Inverno.
Gosto de andar só com uma camada de roupa, de acordar de manhã e ver os raios de sol a entrar pelas nesgas do estore, de dormir com a janela um bocadinho aberta, de chegar ao fim do dia de trabalho e ainda dar um salto à praia e ver o sol por-se no mar, de passar tempo em esplanadas, de comer melancias, meloas, melões e pessegos e até gosto daqueles dias em que toda a gente se queixa do calor sufocante (este ano não tivémos muitos dias desses, diga-se)
Não gosto de chuva, nem de frio, nem de nevoeiro, nem daquela horrivel sensação de por-muita-roupa-que-vista-não-deixo-de-ter-frio. E não, uma caneca de chocolate quente, uma manta e um domingo passado no sofá não me fazem gostar mais do Inverno (embora aliviem um pouco a sensação de desgostar). Gosto do meu edredão de penas e é só.
Ainda por cima, desde que começou a chover, o mini-seminomada todos os dias diz que quer comer melancia.
Para agravar ainda mais, trabalho num local que inunda quando chove muito (no Inverno passado saimos dois dias com água pelo meio das canelas).
Pensei em comprar umas galochas giras, para ver se animava. Mas eu não gosto de galochas...
Resta-me esperar para ver se o S. Pedro decide antecipar a Primavera. Ou então também podia mandar um bocadinho de neve. Já que tenho que aguentar o frio, então que viesse também neve, para dar alguma graça...
Eu sei que a água faz falta para a agricultura (e não só), também sei que o S. Pedro tem de agradar a "gregos e troianos" e há mesmo gente que gosta de dias chuvosos e com frio, mas eu gosto mesmo é do calor e custa-me a chegada do Inverno.
Gosto de andar só com uma camada de roupa, de acordar de manhã e ver os raios de sol a entrar pelas nesgas do estore, de dormir com a janela um bocadinho aberta, de chegar ao fim do dia de trabalho e ainda dar um salto à praia e ver o sol por-se no mar, de passar tempo em esplanadas, de comer melancias, meloas, melões e pessegos e até gosto daqueles dias em que toda a gente se queixa do calor sufocante (este ano não tivémos muitos dias desses, diga-se)
Não gosto de chuva, nem de frio, nem de nevoeiro, nem daquela horrivel sensação de por-muita-roupa-que-vista-não-deixo-de-ter-frio. E não, uma caneca de chocolate quente, uma manta e um domingo passado no sofá não me fazem gostar mais do Inverno (embora aliviem um pouco a sensação de desgostar). Gosto do meu edredão de penas e é só.
Ainda por cima, desde que começou a chover, o mini-seminomada todos os dias diz que quer comer melancia.
Para agravar ainda mais, trabalho num local que inunda quando chove muito (no Inverno passado saimos dois dias com água pelo meio das canelas).
Pensei em comprar umas galochas giras, para ver se animava. Mas eu não gosto de galochas...
Resta-me esperar para ver se o S. Pedro decide antecipar a Primavera. Ou então também podia mandar um bocadinho de neve. Já que tenho que aguentar o frio, então que viesse também neve, para dar alguma graça...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A vontade de conhecer novos caminhos
Ontem levei o carro para o trabalho e, no regresso a casa, a entrada para a A1 estava bloqueada com pinos.
Como às vezes acontece a auto-estrada estar fechada por causa de um acidente ou obras, segui em frente, pela A10 (achava eu), que é um caminho que já fiz outras vezes e que, embora seja um pouco mais longo, compensa em algumas situações. Só que o desvio para essa auto-estrada era na bifurcação seguinte... Percebi isso quando vi uma placa que indicava o caminho para Benavente e Almeirim. Por um momento fiquei confusa,mas no momento seguinte pensei "Oh não, estou na Ponte das Lezírias..."
A ponte nunca mais acabava e eu liguei para uma amiga minha que vive em Benavente para lhe perguntar qual era a melhor forma de sair dali. Ela riu-se, avisou-me que a ponte tinha 14 Km e disse-me para sair em direcção a Benavente/ Salvaterra de Magos, passar a portagem, na rotunda voltar para trás e fazer a Ponte em sentido contrário.
Eu saí para Benavente e a seguir vi outra placa a dizer a mesma coisa e umas portagens em frente. Como ela me tinha falado em portagens, o meu raciocinio foi que para Benavente não se devia pagar. Por isso, segui para as portagens. Deviam ver a cara da senhora que lá estava, quando eu lhe pedi indicações... "Tem a certeza que quer ir para Lisboa? É que por aqui vai dar à auto-estrada para o Algarve... (WHAT?!?!)Devia ter virado para Benavente, passava as portagens e na rotunda voltava para trás... Agora não sei que lhe diga..." Praguejei baixinho e tentei respirar fundo. A senhora deu-me as indicações que conseguiu e eu segui viagem.
Liguei para a minha amiga e contei-lhe o que tinha acontecido. Ela riu à gargalhada e foi a recordação dessas gargalhadas que me foi dando animo para o longo caminho (ao menos fiz alguém rir).
Uma hora depois de ter saído do meu local de trabalho estava a atravessar a Ponte Vasco da Gama, aliviada por estar quase a chegar a casa e a pensar que tinha de ir com cuidadinho, que só me faltava ser multada por excesso de velocidade ou ter um acidente.
Demorei 1h15 a fazer um percurso que costumo fazer em 40min. Paguei 4.35€ de portagens em vez dos 1.20€ do costume.
Mas cheguei direitinha e isso é que é realmente importante!
Na verdade, esta foi uma oportunidade de conhecer novos caminhos. Já não posso dizer que nunca passei na Ponte das Lezírias e quando finalmente fôr visitar a I. e o M. a Benavente já sei fazer a maior parte do caminho :-)
Como às vezes acontece a auto-estrada estar fechada por causa de um acidente ou obras, segui em frente, pela A10 (achava eu), que é um caminho que já fiz outras vezes e que, embora seja um pouco mais longo, compensa em algumas situações. Só que o desvio para essa auto-estrada era na bifurcação seguinte... Percebi isso quando vi uma placa que indicava o caminho para Benavente e Almeirim. Por um momento fiquei confusa,mas no momento seguinte pensei "Oh não, estou na Ponte das Lezírias..."
A ponte nunca mais acabava e eu liguei para uma amiga minha que vive em Benavente para lhe perguntar qual era a melhor forma de sair dali. Ela riu-se, avisou-me que a ponte tinha 14 Km e disse-me para sair em direcção a Benavente/ Salvaterra de Magos, passar a portagem, na rotunda voltar para trás e fazer a Ponte em sentido contrário.
Eu saí para Benavente e a seguir vi outra placa a dizer a mesma coisa e umas portagens em frente. Como ela me tinha falado em portagens, o meu raciocinio foi que para Benavente não se devia pagar. Por isso, segui para as portagens. Deviam ver a cara da senhora que lá estava, quando eu lhe pedi indicações... "Tem a certeza que quer ir para Lisboa? É que por aqui vai dar à auto-estrada para o Algarve... (WHAT?!?!)Devia ter virado para Benavente, passava as portagens e na rotunda voltava para trás... Agora não sei que lhe diga..." Praguejei baixinho e tentei respirar fundo. A senhora deu-me as indicações que conseguiu e eu segui viagem.
Liguei para a minha amiga e contei-lhe o que tinha acontecido. Ela riu à gargalhada e foi a recordação dessas gargalhadas que me foi dando animo para o longo caminho (ao menos fiz alguém rir).
Uma hora depois de ter saído do meu local de trabalho estava a atravessar a Ponte Vasco da Gama, aliviada por estar quase a chegar a casa e a pensar que tinha de ir com cuidadinho, que só me faltava ser multada por excesso de velocidade ou ter um acidente.
Demorei 1h15 a fazer um percurso que costumo fazer em 40min. Paguei 4.35€ de portagens em vez dos 1.20€ do costume.
Mas cheguei direitinha e isso é que é realmente importante!
Na verdade, esta foi uma oportunidade de conhecer novos caminhos. Já não posso dizer que nunca passei na Ponte das Lezírias e quando finalmente fôr visitar a I. e o M. a Benavente já sei fazer a maior parte do caminho :-)
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Mudei de raça
Hoje fui cortar o cabelo à hora de almoço.
Gostei do resultado. Para além de achar que ficou bem cortado, estou com um ar penteadinho (o que só acontece mesmo nestes dias...) sem parecer que vou levantar vôo ou que sou uma dondoca.Ou seja, cabelo esticadinho, mas com um ar natural.
O problema é que escadeei a parte da frente e o efeito do secador faz com que o cabelo me esteja sempre a vir para a cara...
Se há uns tempos achava que parecia um galgo afegão, agora então pareço um cão d'água.
Secalhar ainda mando uma foto minha ao Sr. Barack Obama, para ver se ele me contrata para trabalhar na Casa Branca (pronto, agora já estou mesmo a delirar!)
Gostei do resultado. Para além de achar que ficou bem cortado, estou com um ar penteadinho (o que só acontece mesmo nestes dias...) sem parecer que vou levantar vôo ou que sou uma dondoca.Ou seja, cabelo esticadinho, mas com um ar natural.
O problema é que escadeei a parte da frente e o efeito do secador faz com que o cabelo me esteja sempre a vir para a cara...
Se há uns tempos achava que parecia um galgo afegão, agora então pareço um cão d'água.
Secalhar ainda mando uma foto minha ao Sr. Barack Obama, para ver se ele me contrata para trabalhar na Casa Branca (pronto, agora já estou mesmo a delirar!)
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Coisas de Mini-seminomada VII
A educadora do mini-seminomada disse-me que acha que ele não presta muita atenção quando ela está a contar histórias e deu como exemplo "A Galinha Ruiva", que foi uma das últimas a ser contada.
Para tentar perceber até que ponto ele tinha ou não ouvido a história, pergunte-lhe se a conhecia e como era. Ao que ele me respondeu:
- A Galinha Ruiva encontrou o ganso, o porco, o gato, um dinossauro e uma alforreca.
Disse isto e começou a rir-se.
Senhora Educadora: Ao que parece, o Mini-seminomada ouviu e percebeu a história. Achou foi que talvez precisasse de um pouco mais de animação...
Para tentar perceber até que ponto ele tinha ou não ouvido a história, pergunte-lhe se a conhecia e como era. Ao que ele me respondeu:
- A Galinha Ruiva encontrou o ganso, o porco, o gato, um dinossauro e uma alforreca.
Disse isto e começou a rir-se.
Senhora Educadora: Ao que parece, o Mini-seminomada ouviu e percebeu a história. Achou foi que talvez precisasse de um pouco mais de animação...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Privacidade no espaço público: Facebook versus Blog
Ando há uns dias a pensar neste texto, porque recentemente aconteceram algumas situações que me levaram a pensar. De que forma é que a privacidade de uma pessoa poderá ficar mais exposta se revelar assuntos pessoais? Num blog público, onde não se identifica pelo seu próprio nome ou no facebook, com as definições de forma a que os dados só estejam disponiveis para os amigos?
Supostamente, seria num blog público (acho eu), mas na realidade,as definições do FB podem ser um tanto ou quanto enganosas...
Imaginemos uma situação tão simples quanto esta: A minha amiga Flor decide colocar uma foto do seu bebé, pensando que só as pessoas que são "amigas" dela é que veêm. Mas eu fico encantada e decido comentar "Tão lindo!!!". Imediatamente na página dos meus amigos, que poderão não ser amigos dela, aparece "Seminomada comentou a foto de Flor", acompanhado da foto do bebé. Da mesma forma, se eu for identificada (tagged) numa foto ou comentário, os meus "amigos" também vêem. Ou seja, desde que haja um "amigo" comum, muito facilmente se consegue aceder a informação relativa a pessoas que não sejam nossas "amigas"...
Num blog público eu posso dizer o que me apetecer e manter uma identidade oculta, só conhecida por uma minoria dos meus leitores. E se um dia eu decidir que esta exposição me incomoda, privatizo o blog e saberei que só o lê quem eu deixar.
Enfim, este desabafo vem na sequência de várias situações menos agradáveis que me aconteceram no FB e que me fizeram ter vontade de acabar com o meu perfil e começar tudo de novo, só com as pessoas que são realmente minhas amigas.
A internet é efetivamente um mundo que pode ser perigoso e exige que se pense bem antes de fazer ou escrever o que quer que seja...
Ora eu sempre fui uma pessoa impulsiva... Secalhar o problema é mesmo meu, que não tenho jeito para estas "modernices".
Supostamente, seria num blog público (acho eu), mas na realidade,as definições do FB podem ser um tanto ou quanto enganosas...
Imaginemos uma situação tão simples quanto esta: A minha amiga Flor decide colocar uma foto do seu bebé, pensando que só as pessoas que são "amigas" dela é que veêm. Mas eu fico encantada e decido comentar "Tão lindo!!!". Imediatamente na página dos meus amigos, que poderão não ser amigos dela, aparece "Seminomada comentou a foto de Flor", acompanhado da foto do bebé. Da mesma forma, se eu for identificada (tagged) numa foto ou comentário, os meus "amigos" também vêem. Ou seja, desde que haja um "amigo" comum, muito facilmente se consegue aceder a informação relativa a pessoas que não sejam nossas "amigas"...
Num blog público eu posso dizer o que me apetecer e manter uma identidade oculta, só conhecida por uma minoria dos meus leitores. E se um dia eu decidir que esta exposição me incomoda, privatizo o blog e saberei que só o lê quem eu deixar.
Enfim, este desabafo vem na sequência de várias situações menos agradáveis que me aconteceram no FB e que me fizeram ter vontade de acabar com o meu perfil e começar tudo de novo, só com as pessoas que são realmente minhas amigas.
A internet é efetivamente um mundo que pode ser perigoso e exige que se pense bem antes de fazer ou escrever o que quer que seja...
Ora eu sempre fui uma pessoa impulsiva... Secalhar o problema é mesmo meu, que não tenho jeito para estas "modernices".
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Não me podia ter saído uma menina que adorasse barbies, não?!
Ontem o pai da minha criança estava a mostrar-nos uma gravação de um jogo de futebol a que foi na 4ª feira (sim, ele vai aos jogos e deixa a gravar em casa...) em que ele aparece nas bancadas, juntamente com o pai dele e uns amigos.
O mini-seminómada viu e ao princípio até achou graça, mas depois desatou numa choradeira enorme e dizia:
- Eu quero ir ver o futebol ao Estádio da Luz com o pai e o avô!!! Eu quero-me ir embora de casa!!! Eu quero ir ao Estádio da Luz!!!
O pai ria-se, com um ar orgulhoso e olhava para mim, com ar de "Vês?! Ele quer ir" (o pai anda a tentar convencer-me a deixar a criança ir com ele ao futebol)
Eu peguei nele, mostrei-lhe as imagens e perguntei
- Vês ali algum menino pequenino como tu? Não, pois não? Tens de esperar mais uns anos e quando fores crescido vais com o pai e o avô.
Tenho de me mentalizar que tenho um filho que gosta de futebol e que daqui a uns anos vai querer ficar duas horas em frente à TV e gastar balurdios de dinheiro para ir ao estádio ver os jogos. Mas é só daqui a uns anos.
O mini-seminómada viu e ao princípio até achou graça, mas depois desatou numa choradeira enorme e dizia:
- Eu quero ir ver o futebol ao Estádio da Luz com o pai e o avô!!! Eu quero-me ir embora de casa!!! Eu quero ir ao Estádio da Luz!!!
O pai ria-se, com um ar orgulhoso e olhava para mim, com ar de "Vês?! Ele quer ir" (o pai anda a tentar convencer-me a deixar a criança ir com ele ao futebol)
Eu peguei nele, mostrei-lhe as imagens e perguntei
- Vês ali algum menino pequenino como tu? Não, pois não? Tens de esperar mais uns anos e quando fores crescido vais com o pai e o avô.
Tenho de me mentalizar que tenho um filho que gosta de futebol e que daqui a uns anos vai querer ficar duas horas em frente à TV e gastar balurdios de dinheiro para ir ao estádio ver os jogos. Mas é só daqui a uns anos.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Sei que o meu cabelo está a ficar comprido...
... quando ele começa a não ter jeitos, fica escorrido e teima em "organizar-se" com risco ao meio (por muito que eu o penteie para o lado), fazendo-me ficar parecida com um galo afegão.

(A comparação pode parecer exagerada, mas se eu pusesse aqui uma foto minha ao lado, veriam como eu e este bichinho estamos parecidos)

(A comparação pode parecer exagerada, mas se eu pusesse aqui uma foto minha ao lado, veriam como eu e este bichinho estamos parecidos)
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