Eu não sou adepta de nenhum clube, mas hoje estou contente pelas vitórias do FCP e do SLB.
Gosto do casal William e Kate, porque têm ar de gente "normal". Acho um exagero as televisões estarem todas a dar o casamento em directo, mas confesso que quando fui ao café aproveitei para dar uma espreitadela.
No entanto, aquilo que me alegra mais é que, à conta do futebol e do casamento real, hoje as notícias que se ouvem são felizes. Ainda não ouvi falar de FMI, troika ou bancarrota...
Já cá faziam falta umas futilidades para dar ânimo ao pessoal!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Já não se fazem crianças como antigamente #1
O meu filho de 2 anos e meio disse-me há pouco que queria ir ver "lagostas e outros crustáceos"...
Ele sabe o alfabeto todo e quer que eu soletre as palavras que estão nos livros...
Noutro dia estava uma familia de pandas num livro e eu disse "Olha o panda" e ele corrigiu-me imediatamente "Não, mãe, não é o panda, são os pandas"
Anda numa fase de gostar de brincar com carrinhos e sabe o significado de muitos sinais de trânsito (qualquer dia sabe melhor o código da estrada que eu).
Quer saber o nome de todos os peixes e pergunta-me porque é que nem todas as galinhas fazem o mesmo barulho (as galinhas da India fazem um barulho estranho que ele reproduz bastante melhor que eu).
Disse à Auxiliar da sala dele do infantário, com um ar preocupado, que não sabia como fazia a zebra nem o koala (se alguém souber, que me responda, por favor!).A mim perguntou-me como fazia o cisne... Eu disse-lhe que grasnava de uma forma estranha...
Como não acho que o meu filho seja mais que os outros, acredito que isto é uma coisa geracional e que hoje em dia os putos são todos assim. Só que eu estava mais preparada para ter uma criancinha "à moda antiga" que começasse a fazer perguntas dificeis quando quisesse saber de onde vinham os bebés e que me corrigisse quando estivesse quase a chegar à adolescência...
No meio disto tudo, acho que o vou deixar usar chucha para dormir mais uns tempos e acreditar que ele ainda não sabe as cores (de vez em quando acerta, mas outras vezes baralha tudo) e que vai continuar a fazer desenhos abstratos mais tempo, para que eu continue a sentir que ainda sou mãe de um bebé. Um bebé de uma nova geração. O meu bebé!
Ele sabe o alfabeto todo e quer que eu soletre as palavras que estão nos livros...
Noutro dia estava uma familia de pandas num livro e eu disse "Olha o panda" e ele corrigiu-me imediatamente "Não, mãe, não é o panda, são os pandas"
Anda numa fase de gostar de brincar com carrinhos e sabe o significado de muitos sinais de trânsito (qualquer dia sabe melhor o código da estrada que eu).
Quer saber o nome de todos os peixes e pergunta-me porque é que nem todas as galinhas fazem o mesmo barulho (as galinhas da India fazem um barulho estranho que ele reproduz bastante melhor que eu).
Disse à Auxiliar da sala dele do infantário, com um ar preocupado, que não sabia como fazia a zebra nem o koala (se alguém souber, que me responda, por favor!).A mim perguntou-me como fazia o cisne... Eu disse-lhe que grasnava de uma forma estranha...
Como não acho que o meu filho seja mais que os outros, acredito que isto é uma coisa geracional e que hoje em dia os putos são todos assim. Só que eu estava mais preparada para ter uma criancinha "à moda antiga" que começasse a fazer perguntas dificeis quando quisesse saber de onde vinham os bebés e que me corrigisse quando estivesse quase a chegar à adolescência...
No meio disto tudo, acho que o vou deixar usar chucha para dormir mais uns tempos e acreditar que ele ainda não sabe as cores (de vez em quando acerta, mas outras vezes baralha tudo) e que vai continuar a fazer desenhos abstratos mais tempo, para que eu continue a sentir que ainda sou mãe de um bebé. Um bebé de uma nova geração. O meu bebé!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Há que ver as coisas com perspectiva
O meu filho está a dormir.
Já tossiu umas quantas vezes e eu, como sempre acontece, imagino logo que ele poderá ficar com uma infecção respiratória.
Entretanto, faço uma pausa no trabalho, vou dar "um giro" pelos blogs e leio isto... O mini-seminomada esteve internado com uma pneumonia e teve efectivamente dificuldades respiratórias graves. Mas depois disso nunca mais voltou a ter. Tem tido bronquiolites, mas sem tiragem (o buraquinho na zona da garganta e/ou na zona intercostal). Nunca teve de fazer medicação "pesada".
Por isso, agora vou continuar a trabalhar e ver se me mentalizo que tanta ansiedade é totalmente desnecessária e prejudicial à minha saúde e bem estar.
Tenho dito.
Já tossiu umas quantas vezes e eu, como sempre acontece, imagino logo que ele poderá ficar com uma infecção respiratória.
Entretanto, faço uma pausa no trabalho, vou dar "um giro" pelos blogs e leio isto... O mini-seminomada esteve internado com uma pneumonia e teve efectivamente dificuldades respiratórias graves. Mas depois disso nunca mais voltou a ter. Tem tido bronquiolites, mas sem tiragem (o buraquinho na zona da garganta e/ou na zona intercostal). Nunca teve de fazer medicação "pesada".
Por isso, agora vou continuar a trabalhar e ver se me mentalizo que tanta ansiedade é totalmente desnecessária e prejudicial à minha saúde e bem estar.
Tenho dito.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
You're never fully dressed without a smile
Há que ser optimista e manter o sorriso, come what may...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
História de um dedo entalado - Pontos para tirar
Depois de ter os pontos inflamados e andar com o dedo "ao ar", várias foram as pessoas que me disseram que aquilo não tinha nada bom aspecto.
Uma colega minha comentou que a linha com que fui cosida parecia a que os pescadores usam para fazer as redes, de tão grossa que era.
Uma vez que não me tiraram os pontos no SAP, porque não fazem esse tipo de serviço nas urgências (!!!) fui a casa da minha mãe, para ela me fazer esse servicinho (antes que pensem que a minha mãe é totalmente irresponsável, informo que a senhora é médica). Na 4ª feira fui ter lá a casa com o mini-seminomada e o plano era juntarmo-nos os 3 na sala de jantar e, enquanto ele comia a sopa, eu estendia a mão e a minha mãe tirava os pontos. Simples, não vos parece?! Até porque tirar pontos não é nada que doa muito...
Pois... Só dói um bocado mais quando os pontos estão enterrados dentro da pele e a linha é muito grossa...
Ou seja, quando a minha santa mãezinha começou a tentar "desenterrar" o primeiro ponto eu dei um grito e juro que vi estrelas.
Achei que não podia estar a fazer aquele tipo de figuras à frente da criança e por isso disse à minha mãe que iria ao centro de saúde, em horário de expediente. Só que depois pus-me a pensar que, fosse como fosse, de certeza que me ia doer imenso e, assim sendo, eu preferia ter alguém ao meu lado que me apoiasse.
Enchi-me de coragem e depois do mini-seminomada acabar de jantar pu-lo a ver um filme de desenhos animados e voltei a sentar-me com a minha mãe e com um pano na boca para morder.
Bom, tenho a dizer que as dores para cortar os pontos foram tantas, que nem senti quando eles foram puxados, ou seja, realmente tirados.
Agora tenho duas cicatrizes feias, o dedo inchado e dormente e só me apetece ir ter com o médico que me tratou e dizer "Vá ##"&%&%", Sr Doutor!"
À minha mãe, apetece-me dar beijinhos e abraços por ter conseguido tirar-me os pontos (eu acho que não os senti a sair, porque estava cheia de dores, mas também porque a minha mãe tem mesmo jeito) e por me ter aparado as lágrimas. Ah, e porque até agora ainda não a ouvi realmente dizer mal do médico, embora perceba que ela também lhe está a rogar pragas.
Uma colega minha comentou que a linha com que fui cosida parecia a que os pescadores usam para fazer as redes, de tão grossa que era.
Uma vez que não me tiraram os pontos no SAP, porque não fazem esse tipo de serviço nas urgências (!!!) fui a casa da minha mãe, para ela me fazer esse servicinho (antes que pensem que a minha mãe é totalmente irresponsável, informo que a senhora é médica). Na 4ª feira fui ter lá a casa com o mini-seminomada e o plano era juntarmo-nos os 3 na sala de jantar e, enquanto ele comia a sopa, eu estendia a mão e a minha mãe tirava os pontos. Simples, não vos parece?! Até porque tirar pontos não é nada que doa muito...
Pois... Só dói um bocado mais quando os pontos estão enterrados dentro da pele e a linha é muito grossa...
Ou seja, quando a minha santa mãezinha começou a tentar "desenterrar" o primeiro ponto eu dei um grito e juro que vi estrelas.
Achei que não podia estar a fazer aquele tipo de figuras à frente da criança e por isso disse à minha mãe que iria ao centro de saúde, em horário de expediente. Só que depois pus-me a pensar que, fosse como fosse, de certeza que me ia doer imenso e, assim sendo, eu preferia ter alguém ao meu lado que me apoiasse.
Enchi-me de coragem e depois do mini-seminomada acabar de jantar pu-lo a ver um filme de desenhos animados e voltei a sentar-me com a minha mãe e com um pano na boca para morder.
Bom, tenho a dizer que as dores para cortar os pontos foram tantas, que nem senti quando eles foram puxados, ou seja, realmente tirados.
Agora tenho duas cicatrizes feias, o dedo inchado e dormente e só me apetece ir ter com o médico que me tratou e dizer "Vá ##"&%&%", Sr Doutor!"
À minha mãe, apetece-me dar beijinhos e abraços por ter conseguido tirar-me os pontos (eu acho que não os senti a sair, porque estava cheia de dores, mas também porque a minha mãe tem mesmo jeito) e por me ter aparado as lágrimas. Ah, e porque até agora ainda não a ouvi realmente dizer mal do médico, embora perceba que ela também lhe está a rogar pragas.
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