sexta-feira, 8 de abril de 2011
You're never fully dressed without a smile
Há que ser optimista e manter o sorriso, come what may...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
História de um dedo entalado - Pontos para tirar
Depois de ter os pontos inflamados e andar com o dedo "ao ar", várias foram as pessoas que me disseram que aquilo não tinha nada bom aspecto.
Uma colega minha comentou que a linha com que fui cosida parecia a que os pescadores usam para fazer as redes, de tão grossa que era.
Uma vez que não me tiraram os pontos no SAP, porque não fazem esse tipo de serviço nas urgências (!!!) fui a casa da minha mãe, para ela me fazer esse servicinho (antes que pensem que a minha mãe é totalmente irresponsável, informo que a senhora é médica). Na 4ª feira fui ter lá a casa com o mini-seminomada e o plano era juntarmo-nos os 3 na sala de jantar e, enquanto ele comia a sopa, eu estendia a mão e a minha mãe tirava os pontos. Simples, não vos parece?! Até porque tirar pontos não é nada que doa muito...
Pois... Só dói um bocado mais quando os pontos estão enterrados dentro da pele e a linha é muito grossa...
Ou seja, quando a minha santa mãezinha começou a tentar "desenterrar" o primeiro ponto eu dei um grito e juro que vi estrelas.
Achei que não podia estar a fazer aquele tipo de figuras à frente da criança e por isso disse à minha mãe que iria ao centro de saúde, em horário de expediente. Só que depois pus-me a pensar que, fosse como fosse, de certeza que me ia doer imenso e, assim sendo, eu preferia ter alguém ao meu lado que me apoiasse.
Enchi-me de coragem e depois do mini-seminomada acabar de jantar pu-lo a ver um filme de desenhos animados e voltei a sentar-me com a minha mãe e com um pano na boca para morder.
Bom, tenho a dizer que as dores para cortar os pontos foram tantas, que nem senti quando eles foram puxados, ou seja, realmente tirados.
Agora tenho duas cicatrizes feias, o dedo inchado e dormente e só me apetece ir ter com o médico que me tratou e dizer "Vá ##"&%&%", Sr Doutor!"
À minha mãe, apetece-me dar beijinhos e abraços por ter conseguido tirar-me os pontos (eu acho que não os senti a sair, porque estava cheia de dores, mas também porque a minha mãe tem mesmo jeito) e por me ter aparado as lágrimas. Ah, e porque até agora ainda não a ouvi realmente dizer mal do médico, embora perceba que ela também lhe está a rogar pragas.
Uma colega minha comentou que a linha com que fui cosida parecia a que os pescadores usam para fazer as redes, de tão grossa que era.
Uma vez que não me tiraram os pontos no SAP, porque não fazem esse tipo de serviço nas urgências (!!!) fui a casa da minha mãe, para ela me fazer esse servicinho (antes que pensem que a minha mãe é totalmente irresponsável, informo que a senhora é médica). Na 4ª feira fui ter lá a casa com o mini-seminomada e o plano era juntarmo-nos os 3 na sala de jantar e, enquanto ele comia a sopa, eu estendia a mão e a minha mãe tirava os pontos. Simples, não vos parece?! Até porque tirar pontos não é nada que doa muito...
Pois... Só dói um bocado mais quando os pontos estão enterrados dentro da pele e a linha é muito grossa...
Ou seja, quando a minha santa mãezinha começou a tentar "desenterrar" o primeiro ponto eu dei um grito e juro que vi estrelas.
Achei que não podia estar a fazer aquele tipo de figuras à frente da criança e por isso disse à minha mãe que iria ao centro de saúde, em horário de expediente. Só que depois pus-me a pensar que, fosse como fosse, de certeza que me ia doer imenso e, assim sendo, eu preferia ter alguém ao meu lado que me apoiasse.
Enchi-me de coragem e depois do mini-seminomada acabar de jantar pu-lo a ver um filme de desenhos animados e voltei a sentar-me com a minha mãe e com um pano na boca para morder.
Bom, tenho a dizer que as dores para cortar os pontos foram tantas, que nem senti quando eles foram puxados, ou seja, realmente tirados.
Agora tenho duas cicatrizes feias, o dedo inchado e dormente e só me apetece ir ter com o médico que me tratou e dizer "Vá ##"&%&%", Sr Doutor!"
À minha mãe, apetece-me dar beijinhos e abraços por ter conseguido tirar-me os pontos (eu acho que não os senti a sair, porque estava cheia de dores, mas também porque a minha mãe tem mesmo jeito) e por me ter aparado as lágrimas. Ah, e porque até agora ainda não a ouvi realmente dizer mal do médico, embora perceba que ela também lhe está a rogar pragas.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Eu a querer convencê-lo a deixar o biberão
Mãe Seminomada: És um bebé ou um menino crescido?
Mini-seminomada: Sou um bebé crescido!
Nem imaginam o que o pai se riu...
Mini-seminomada: Sou um bebé crescido!
Nem imaginam o que o pai se riu...
segunda-feira, 28 de março de 2011
Mais um caso de amor proibido descoberto
Ela andava com as suas amigas pelos campos a comer erva e a balir.
Ele tomava conta... Mais dela que das outras.
Mas naquele dia o camponês descobriu que eles tinham um caso.
Ou então, como diz o meu querido pai, isto é apenas resultado do facto de os chineses comerem mais carne de cão do que de carneiro...
Ele tomava conta... Mais dela que das outras.
Mas naquele dia o camponês descobriu que eles tinham um caso.
Ou então, como diz o meu querido pai, isto é apenas resultado do facto de os chineses comerem mais carne de cão do que de carneiro...
Melhor que entalar o dedo...
... Só ter os pontos dados nesse dedo a infectar...
Já estou a antibiótico e anti-inflamatório e ando com o dedo todo besuntado de betadine e "ao ar", que é como quem diz, sem penso.
Só não ponho aqui uma bela foto do meu dedo cor-de-laranja-betadine, com os pontos todos à mostra, porque poderá haver leitores mais impressionáveis.
Já estou a antibiótico e anti-inflamatório e ando com o dedo todo besuntado de betadine e "ao ar", que é como quem diz, sem penso.
Só não ponho aqui uma bela foto do meu dedo cor-de-laranja-betadine, com os pontos todos à mostra, porque poderá haver leitores mais impressionáveis.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Nada como uma boa desgraça para recomeçar a escrever
Já aqui referi que tenho alguma tendência para que me aconteçam coisas um pouco insólitas... Pois o meu final de tarde de ontem foi mais uma dessas situações.
Plano inicial:
Ir buscar o mini-seminomada, cortar-lhe o cabelo, dar-lhe um duche, dar um "saltinho" ao centro comercial para comprar a prenda que queria oferecer à minha irmã, seguir para casa do meu pai, jantar com ele e com a mana aniversariante, voltar para casa, pôr o mini-seminomada na caminha, trabalhar um bocado e deitar-me.
O que realmente aconteceu:
Tudo certo até à parte do centro comercial, ou melhor, até à parte em que ia sair do centro comercial... Quando me dirigi à caixa para pagar o estacionamento, a minha irmã ligou-me. O que levou a que eu pagasse, enquanto falava com ela e olhava para o mini-seminomada,para verificar se ele não ia para a estrada. Conclusão: cheguei ao carro e não tinha o ticket de estacionamento... Saí do carro e fui procurá-lo na máquina ou arredores. Encontrei-o e voltei para o carro. Quando me sentei ao volante,o mini-seminomada disse-me "Mãe,fiz xixi". O quê?!?! Ok, toca de sair do carro, tirar a criança, mudar-lhe a roupa, pôr uma manta por cima do assento da cadeira, voltar a pôr criança na cadeira, apertar-lhe o cinto (o tempo a passar e eu a pensar que só tinha 15 minutos desde o momento em que pagava até sair como carro do parque...) e fechar a porta. "AI, PORRA!!!" Olho para o dedo que tinha ficado entalado na porta e percebo logo que já não vou jantar com a minha irmã. Vou para casa, porque tenho de fazer um curativo. Acho eu. Não sei bem. Está-me a doer e estou a sangrar. Sento-me ao volante e percebo que não posso ir a conduzir e a escorrer sangue. Procuro um lenço de papel. Não encontro (percebi hoje que até tinha mais que um pacote dentro da mala). Saio novamente do carro. Tenho de pedir ajuda... Pelo menos um lenço de papel... Tenho ambas as mãos cobertas de sangue e a camisa está a ficar também suja. O sangue vai pingando o chão do parque de estacionamento. Encontro uma senhora estrangeira que olha para mim com um ar aterrorizado e me diz para ir ter com o segurança. Encontro outra senhora que me pergunta "Está sozinha com o bebé? Deixe estar que eu ajudo-a." (Os anjos existem!)
Esta senhora, cujo nome desconheço e acho que ela também não sabe o meu, estava à espera de um amigo enfermeiro. Fixe, pensei eu. Só que o amigo não aparecia. Decidi ligar ao meu marido e dizer-lhe que afinal não ia jantar a casa do meu pai. Durante a conversa, explicava-lhe o que se estava a passar e, a certa altura, comecei a "apagar"... Olhei para a senhora, que tinha ido procurar o amigo, para lhe fazer um sinal de que não estava bem. Ela não me via. As portas do carro estavam abertas e o mini-seminomada estava ao volante.
Entretanto comecei a sentir-me melhor e a senhora voltou.
Acabou por me levar à sala de supervisão, que eu nem sabia que existia, onde estavam alguns seguranças do parque de estacionamento. Outra coisa que eu também não sabia era que havia sempre um socorrista de serviço. Fui vista por ele e informada que provavelmente teria de levar pontos... (Oh não! Levar pontos significa estar horas na sala de espera de um hospital.)
Enquanto isto se passava, o mini-seminomada jogava à bola no chão da sala, feliz e contente (menos mal)
Entretanto, o meu querido marido chegou e disse que achava que eu devia ir ao Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde, porque seria atendida mais rapidamente. Foi isso que fizémos. Ele deixou-me no Centro de Saúde e foi para casa dar jantar à criancinha.
Passados 30 ou 40 minutos, estava a sair, já suturada em ambos os lados do dedo e anestesiada, ou seja, com o problema resolvido e sem dores.
Cheguei a casa e completei o meu plano do dia, deitando o mini-seminomada, com uma história e um grande elogio sobre a forma como ele se portou durante todo o tempo em que estivémos no parque de estacionamento.
Conclusões/ consequências:
Não fui jantar com a minha irmã e ontem as dores começaram a aparecer.
Consigo conduzir, mas faço alguma ginástica para ligar e desligar o carro, porque não consigo virar a chave com a mão direita, nem meter a marcha atrás, nem puxar o travão de mão... Tenho de fazer tudo isso com a mão esquerda.
Fiquei ontem a saber que quando acontece alguma coisa que nos atrasa e implica que possamos não conseguir sair do parque de estacionamento no espaço de 15 minutos, basta ir à máquina de pagamento, carregar no botão para falar com a central e explicar a situação. Para além disso, mesmo que não expliquemos ou que não aceitem a nossa explicação, a única consequência é termos de pagar o equivalente a mais uma fracção de 15 minutos (não nos perseguem para o resto da vida, nem vamos presos, nem... o que quer que fosse que na minha cabeça demente pudesse acontecer).
Vou ficar com mais duas cicatrizes e talvez possa um dia dizer que mordida por um dragão (porque se tivesse sido mordida por um cão ou um gato não poderia ter sido cosida. Informação dada pelo médico enquanto me suturava)
Plano inicial:
Ir buscar o mini-seminomada, cortar-lhe o cabelo, dar-lhe um duche, dar um "saltinho" ao centro comercial para comprar a prenda que queria oferecer à minha irmã, seguir para casa do meu pai, jantar com ele e com a mana aniversariante, voltar para casa, pôr o mini-seminomada na caminha, trabalhar um bocado e deitar-me.
O que realmente aconteceu:
Tudo certo até à parte do centro comercial, ou melhor, até à parte em que ia sair do centro comercial... Quando me dirigi à caixa para pagar o estacionamento, a minha irmã ligou-me. O que levou a que eu pagasse, enquanto falava com ela e olhava para o mini-seminomada,para verificar se ele não ia para a estrada. Conclusão: cheguei ao carro e não tinha o ticket de estacionamento... Saí do carro e fui procurá-lo na máquina ou arredores. Encontrei-o e voltei para o carro. Quando me sentei ao volante,o mini-seminomada disse-me "Mãe,fiz xixi". O quê?!?! Ok, toca de sair do carro, tirar a criança, mudar-lhe a roupa, pôr uma manta por cima do assento da cadeira, voltar a pôr criança na cadeira, apertar-lhe o cinto (o tempo a passar e eu a pensar que só tinha 15 minutos desde o momento em que pagava até sair como carro do parque...) e fechar a porta. "AI, PORRA!!!" Olho para o dedo que tinha ficado entalado na porta e percebo logo que já não vou jantar com a minha irmã. Vou para casa, porque tenho de fazer um curativo. Acho eu. Não sei bem. Está-me a doer e estou a sangrar. Sento-me ao volante e percebo que não posso ir a conduzir e a escorrer sangue. Procuro um lenço de papel. Não encontro (percebi hoje que até tinha mais que um pacote dentro da mala). Saio novamente do carro. Tenho de pedir ajuda... Pelo menos um lenço de papel... Tenho ambas as mãos cobertas de sangue e a camisa está a ficar também suja. O sangue vai pingando o chão do parque de estacionamento. Encontro uma senhora estrangeira que olha para mim com um ar aterrorizado e me diz para ir ter com o segurança. Encontro outra senhora que me pergunta "Está sozinha com o bebé? Deixe estar que eu ajudo-a." (Os anjos existem!)
Esta senhora, cujo nome desconheço e acho que ela também não sabe o meu, estava à espera de um amigo enfermeiro. Fixe, pensei eu. Só que o amigo não aparecia. Decidi ligar ao meu marido e dizer-lhe que afinal não ia jantar a casa do meu pai. Durante a conversa, explicava-lhe o que se estava a passar e, a certa altura, comecei a "apagar"... Olhei para a senhora, que tinha ido procurar o amigo, para lhe fazer um sinal de que não estava bem. Ela não me via. As portas do carro estavam abertas e o mini-seminomada estava ao volante.
Entretanto comecei a sentir-me melhor e a senhora voltou.
Acabou por me levar à sala de supervisão, que eu nem sabia que existia, onde estavam alguns seguranças do parque de estacionamento. Outra coisa que eu também não sabia era que havia sempre um socorrista de serviço. Fui vista por ele e informada que provavelmente teria de levar pontos... (Oh não! Levar pontos significa estar horas na sala de espera de um hospital.)
Enquanto isto se passava, o mini-seminomada jogava à bola no chão da sala, feliz e contente (menos mal)
Entretanto, o meu querido marido chegou e disse que achava que eu devia ir ao Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde, porque seria atendida mais rapidamente. Foi isso que fizémos. Ele deixou-me no Centro de Saúde e foi para casa dar jantar à criancinha.
Passados 30 ou 40 minutos, estava a sair, já suturada em ambos os lados do dedo e anestesiada, ou seja, com o problema resolvido e sem dores.
Cheguei a casa e completei o meu plano do dia, deitando o mini-seminomada, com uma história e um grande elogio sobre a forma como ele se portou durante todo o tempo em que estivémos no parque de estacionamento.
Conclusões/ consequências:
Não fui jantar com a minha irmã e ontem as dores começaram a aparecer.
Consigo conduzir, mas faço alguma ginástica para ligar e desligar o carro, porque não consigo virar a chave com a mão direita, nem meter a marcha atrás, nem puxar o travão de mão... Tenho de fazer tudo isso com a mão esquerda.
Fiquei ontem a saber que quando acontece alguma coisa que nos atrasa e implica que possamos não conseguir sair do parque de estacionamento no espaço de 15 minutos, basta ir à máquina de pagamento, carregar no botão para falar com a central e explicar a situação. Para além disso, mesmo que não expliquemos ou que não aceitem a nossa explicação, a única consequência é termos de pagar o equivalente a mais uma fracção de 15 minutos (não nos perseguem para o resto da vida, nem vamos presos, nem... o que quer que fosse que na minha cabeça demente pudesse acontecer).
Vou ficar com mais duas cicatrizes e talvez possa um dia dizer que mordida por um dragão (porque se tivesse sido mordida por um cão ou um gato não poderia ter sido cosida. Informação dada pelo médico enquanto me suturava)
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Uma amiga especial
O meu filho tem como nova amiga uma boneca insuflável, a quem ele adora dar beijos e abraços...
Nos primeiros dias não a largava. Mas entretanto lá deve ter percebido que o bom de ter uma boneca insuflável é poder recorrer a ela só quando lhe apetece, sem que ela se queixe de falta de atenção. Por isso, agora remeteu-a para a casa de banho e só quer a companhia dela quando está dentro da banheira ou na sanita...
É gajo e basta!
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