Em tempos andei num ginásio. Agora, não só não tenho tempo para ir ao ginásio, como me apercebi que sou o ginásio favorito do meu filho.
Ele adora trepar por mim acima, pendurar-se, rebolar, saltar, fazer abdominais (senta, deita, senta, deita), fazer rappel nas minhas pernas e sei lá o que mais...
No meio de tanta actividade, vai-se rindo enquanto descobre mais formas de ginasticar e eu vou-me queixando. Mas no fundo, adoro ser o ginásio dele!!!
Quanto à minha ginástica, faço levantamento de pesos com ele, mas faltam-me os exercicios para os abdominais e glúteos... Tenho de me disciplinar para os fazer em casa, porque não terei tempo para ir ao ginásio nos próximos tempos.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Um amor maior
Este fim de semana estava a falar com uma amiga na net e a certa altura ela mencionou que não tinha um filho agora, porque vive muito longe da família e, como tal, não teria ajudas e, por isso, tinha medo de se vir a arrepender.
Eu disse-lhe que não se arrependeria. Disse-o muito segura do que estava a dizer. Disse-o porque é realmente o que sinto.
Quando decidi ter um filho sabia que não seria fácil. Conversei com o futuro pai e a grande questão girava em torno das suas ausências e de como seria difícil "aguentar o barco" quando ele não estivesse presente, uma vez que nenhum de nós tem famílias que possam dar grande ajuda.
Ele queria esperar quatro anos, até acabar o doutoramento. Eu disse-lhe que sabia que as ausências dele não terminariam aí. Ele acabou por concordar e cedeu à ideia de "mandar vir" um bebé.
Os últimos tempos têm sido muito difíceis para mim. Sinto-me física e emocionalmente exausta! Já chorei muito. Já tive vontade de fugir. Mas ainda não perdi a capacidade de rir e brincar com o meu bebé!
Por muito mal que me sinta há algo dentro de mim que me vai dando forças para continuar a funcionar e a mostrar-lhe que a vida é bela.
Descobri uma nova pessoa dentro de mim. Alguém muito mais forte, corajosa e bem disposta do que eu e que aparece quando estou com o meu filho ou quando tenho de tratar de algo relacionado com ele.
E é essa pessoa que me acompanha sempre e que faz com que eu não me arrependa, nem por um milésimo de segundo, de ter tido este bebé.
O tempo vai passar, a minha família continuará a não poder dar-me muito apoio, o bebé adoecerá mais vezes e eu continuarei a arranjar forças para prosseguir, porque nada no mundo é mais importante que o meu filho.
O pai dele continuará a ir e vir. Ele será um homem de carreira. Eu serei a mãe… Ele não deixará de ser um excelente pai por não estar sempre (fisicamente) presente. Porque as pessoas que têm carreiras que as obrigam a viajar também podem ser bons pais/ mães.
A única questão é que a partir do momento em que vêem a sua cria pela primeira vez, todas as viagens passam a custar muito mais…
Quanto ao apoio das famílias… Já não se fazem avós como antigamente…
O mais importante é que as duas pessoas (futuros pais) estejam dispostos a embarcar na aventura.
Depois, as coisas acontecem naturalmente.
Não é preciso ter medo (embora seja inevitável e até saudável ter um bocadinho).
Experimentem e comprovarão!
;)
Eu disse-lhe que não se arrependeria. Disse-o muito segura do que estava a dizer. Disse-o porque é realmente o que sinto.
Quando decidi ter um filho sabia que não seria fácil. Conversei com o futuro pai e a grande questão girava em torno das suas ausências e de como seria difícil "aguentar o barco" quando ele não estivesse presente, uma vez que nenhum de nós tem famílias que possam dar grande ajuda.
Ele queria esperar quatro anos, até acabar o doutoramento. Eu disse-lhe que sabia que as ausências dele não terminariam aí. Ele acabou por concordar e cedeu à ideia de "mandar vir" um bebé.
Os últimos tempos têm sido muito difíceis para mim. Sinto-me física e emocionalmente exausta! Já chorei muito. Já tive vontade de fugir. Mas ainda não perdi a capacidade de rir e brincar com o meu bebé!
Por muito mal que me sinta há algo dentro de mim que me vai dando forças para continuar a funcionar e a mostrar-lhe que a vida é bela.
Descobri uma nova pessoa dentro de mim. Alguém muito mais forte, corajosa e bem disposta do que eu e que aparece quando estou com o meu filho ou quando tenho de tratar de algo relacionado com ele.
E é essa pessoa que me acompanha sempre e que faz com que eu não me arrependa, nem por um milésimo de segundo, de ter tido este bebé.
O tempo vai passar, a minha família continuará a não poder dar-me muito apoio, o bebé adoecerá mais vezes e eu continuarei a arranjar forças para prosseguir, porque nada no mundo é mais importante que o meu filho.
O pai dele continuará a ir e vir. Ele será um homem de carreira. Eu serei a mãe… Ele não deixará de ser um excelente pai por não estar sempre (fisicamente) presente. Porque as pessoas que têm carreiras que as obrigam a viajar também podem ser bons pais/ mães.
A única questão é que a partir do momento em que vêem a sua cria pela primeira vez, todas as viagens passam a custar muito mais…
Quanto ao apoio das famílias… Já não se fazem avós como antigamente…
O mais importante é que as duas pessoas (futuros pais) estejam dispostos a embarcar na aventura.
Depois, as coisas acontecem naturalmente.
Não é preciso ter medo (embora seja inevitável e até saudável ter um bocadinho).
Experimentem e comprovarão!
;)
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Delírios do comboio # 2
Porque é que o objecto que nos protege da chuva se chama guarda-chuva e não afasta-chuva (ou algo do género)?
Delírios do comboio # 1
Se a nossa temperatura corporal é 36/ 37ºC, porque é que nos sentimos bem com 26/27ºC e temos calor com 36/37ºC?
Se alguém me souber responder, eu agradeço.
Será por causa da roupa? Não me parece que faça muito sentido...
Se alguém me souber responder, eu agradeço.
Será por causa da roupa? Não me parece que faça muito sentido...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
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