segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Um amor maior

Este fim de semana estava a falar com uma amiga na net e a certa altura ela mencionou que não tinha um filho agora, porque vive muito longe da família e, como tal, não teria ajudas e, por isso, tinha medo de se vir a arrepender.

Eu disse-lhe que não se arrependeria. Disse-o muito segura do que estava a dizer. Disse-o porque é realmente o que sinto.

Quando decidi ter um filho sabia que não seria fácil. Conversei com o futuro pai e a grande questão girava em torno das suas ausências e de como seria difícil "aguentar o barco" quando ele não estivesse presente, uma vez que nenhum de nós tem famílias que possam dar grande ajuda.

Ele queria esperar quatro anos, até acabar o doutoramento. Eu disse-lhe que sabia que as ausências dele não terminariam aí. Ele acabou por concordar e cedeu à ideia de "mandar vir" um bebé.

Os últimos tempos têm sido muito difíceis para mim. Sinto-me física e emocionalmente exausta! Já chorei muito. Já tive vontade de fugir. Mas ainda não perdi a capacidade de rir e brincar com o meu bebé!

Por muito mal que me sinta há algo dentro de mim que me vai dando forças para continuar a funcionar e a mostrar-lhe que a vida é bela.

Descobri uma nova pessoa dentro de mim. Alguém muito mais forte, corajosa e bem disposta do que eu e que aparece quando estou com o meu filho ou quando tenho de tratar de algo relacionado com ele.

E é essa pessoa que me acompanha sempre e que faz com que eu não me arrependa, nem por um milésimo de segundo, de ter tido este bebé.

O tempo vai passar, a minha família continuará a não poder dar-me muito apoio, o bebé adoecerá mais vezes e eu continuarei a arranjar forças para prosseguir, porque nada no mundo é mais importante que o meu filho.

O pai dele continuará a ir e vir. Ele será um homem de carreira. Eu serei a mãe… Ele não deixará de ser um excelente pai por não estar sempre (fisicamente) presente. Porque as pessoas que têm carreiras que as obrigam a viajar também podem ser bons pais/ mães.

A única questão é que a partir do momento em que vêem a sua cria pela primeira vez, todas as viagens passam a custar muito mais…

Quanto ao apoio das famílias… Já não se fazem avós como antigamente…

O mais importante é que as duas pessoas (futuros pais) estejam dispostos a embarcar na aventura.

Depois, as coisas acontecem naturalmente.

Não é preciso ter medo (embora seja inevitável e até saudável ter um bocadinho).

Experimentem e comprovarão!

;)

Dedicado aos cafeíno-dependentes

100

Apesar de escrever muito pouco, cheguei ao post nº 100!!!

:D

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Delírios do comboio # 2

Porque é que o objecto que nos protege da chuva se chama guarda-chuva e não afasta-chuva (ou algo do género)?

Delírios do comboio # 1

Se a nossa temperatura corporal é 36/ 37ºC, porque é que nos sentimos bem com 26/27ºC e temos calor com 36/37ºC?

Se alguém me souber responder, eu agradeço.

Será por causa da roupa? Não me parece que faça muito sentido...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Coisas boas de 2009 - I


Há um senhor que se vai embora, para dar lugar a outro (que se espera que seja) bem melhor!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Ai, como eu estou

Hoje sonhei que ia ter uma reunião com as minhas colegas de gabinete e o meu chefe.
Quando ele chegou, sentámo-nos todos à volta da mesa de reuniões e eu adormeci... E quando acordei a reunião já tinha acabado... O chefe já se tinha ido embora e as minhas colegas olharam para mim e riram.
Senti-me tão envergonhada!

Cansada, eu?! Não!!! Que ideia...