Hoje almocei com uma amiga de longa data, com quem já não estava há algum tempo.
Já sabia que ela estava grávida (ela disse-me pelo telefone) e, embora soubesse que o pouco tempo de gestação não lhe daria grandes alterações físicas, achei que ela estaria diferente. Não está!
Está na mesma. Parece-me que está igual ao que era aos 12 anos, quando fomos juntas para uma escola nova. Ou aos 15 anos, quando lhe tirei uma foto, que ainda hoje acho muito bonita, porque ela está numa pose e com uma expressão muito suas e reveladoras do seu espírito livre.
Olho para ela e recordo muitos momentos passados juntas. As horas de espera na paragem do autocarro, os concertos (fomos juntas ao último concerto dos Nirvana!)os passeios e viagens, as conversas, o riso e as lágrimas...
Foi bom revê-la!
Falámos sobre várias pessoas que fizeram parte da nossa adolescência. A MI já tem uma filha, a C e o G casaram, a J e o Z separaram-se e ela já vive com outra pessoa e está grávida em fim de tempo... Eu também já tenho um filho e ela vai ter um, quase com um ano de diferença do meu :)
No meio disto tudo lembrei-me de um momento, nas férias de Verão antes de começarmos o 10º ano. Iamos as duas a pé, pela rua onde ela morava e estávamos a comentar qualquer coisa (não me lembro o quê) sobre os nossos colegas e a nossa turma. A certa altura fez-se um momento de silêncio e ela disse o que eu estava a pensar: "Estamos tão crescidos..."
Passados estes anos todos, ao olhar para nós e para as nossas vidas é só isso que me ocorre dizer... Estamos tão crescidas!
E é tão bom manter as amizades com pessoas que vimos e nos viram crescer!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Rita
A minha sobrinha S. de dois anos decidiu que se a tia tinha um bebé, então ela também queria ter um.
Quando fez pela primeira vez o pedido, a minha irmã ficou surpreendida, mas depois percebeu que o que ela queria era um boneco e comprou-lhe uma bebé, a quem a S. chamou Rita.
A Rita é amamentada, é embalada, come à mesa, tem direito a história antes de dormir e a uma caminha confortável... enfim, tem tudo o que uma boa mãe de 2 anos pode dar a um bebé, incluindo muito amor e miminho.
Por isso, quando a minha irmã canta uma canção que diz "A Rita levou meu sorriso, no sorriso dela meu assombro (...)", a "mamã" diz logo: "Não, a Rita não levou o sorriso!"
É uma mãe muito protectora, a minha menina! :)
Quando fez pela primeira vez o pedido, a minha irmã ficou surpreendida, mas depois percebeu que o que ela queria era um boneco e comprou-lhe uma bebé, a quem a S. chamou Rita.
A Rita é amamentada, é embalada, come à mesa, tem direito a história antes de dormir e a uma caminha confortável... enfim, tem tudo o que uma boa mãe de 2 anos pode dar a um bebé, incluindo muito amor e miminho.
Por isso, quando a minha irmã canta uma canção que diz "A Rita levou meu sorriso, no sorriso dela meu assombro (...)", a "mamã" diz logo: "Não, a Rita não levou o sorriso!"
É uma mãe muito protectora, a minha menina! :)
sábado, 11 de outubro de 2008
As variações de peso do meu filho são inversamente proporcionais às minhas. Ou seja, ele vai aumentando e eu diminuindo (o contrário ainda não aconteceu, felizmente).
A minha mãe anda preocupada e diz que eu estou a definhar (exagero de mãe!)
Noutro dia, numa conversa via skype entre a minha progenitora e um colega, ouvia-a dizer a seguinte frase: "The baby sucks my daugter".
Nem quero pensar no que terá passado pela cabeça do senhor ao ouvir isto...
P.S. A minha mãe depois veio perguntar-me se eu achava que "suck" era uma palavra demasiado forte para ela usar. LOL
A minha mãe anda preocupada e diz que eu estou a definhar (exagero de mãe!)
Noutro dia, numa conversa via skype entre a minha progenitora e um colega, ouvia-a dizer a seguinte frase: "The baby sucks my daugter".
Nem quero pensar no que terá passado pela cabeça do senhor ao ouvir isto...
P.S. A minha mãe depois veio perguntar-me se eu achava que "suck" era uma palavra demasiado forte para ela usar. LOL
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Semi-nomadices
Assumo-me como semi-nómada há já muitos anos.
Ganhei este "título" através de uma pessoa de familia que me chamava assim por causa de eu andar constantemente de mochila às costas, pronta para ir uns tempos para algures.
E eu gosto de ser semi-nómada! Identifico-me com o conceito!
Quando engravidei, pensei que tinha chegado a altura de "sedentarizar". Com um filho seria muito mais complicado andar de um lado para outro.
Confesso que senti uma pontinha de melancolia... que passou no dia em que o tarwin (pai do meu rebento) disse que era imprescindivel comprar uma cama de viagem "porque nós somos um bocado ciganos e ele vai ter de andar connosco". Nesse dia sorri por sentir que tinha ao meu lado alguém que me aceitava no meu estilo semi-nómada e que até achava que podiamos continuar assim.
O meu rebentinho tem agora dois meses e hoje, mais uma vez, vamos iniciar uma fase de nomadismo, que durará cerca de um mês.
Ele tem-se adaptado muito bem às mudanças de ambiente. Acho que ele já sabia o que o esperava cá fora...
Sou uma semi-nómada, com um mini-semi-nómada que me acompanha para todo o lado e que me faz sentir a mãe mais sortuda do mundo!
Ganhei este "título" através de uma pessoa de familia que me chamava assim por causa de eu andar constantemente de mochila às costas, pronta para ir uns tempos para algures.
E eu gosto de ser semi-nómada! Identifico-me com o conceito!
Quando engravidei, pensei que tinha chegado a altura de "sedentarizar". Com um filho seria muito mais complicado andar de um lado para outro.
Confesso que senti uma pontinha de melancolia... que passou no dia em que o tarwin (pai do meu rebento) disse que era imprescindivel comprar uma cama de viagem "porque nós somos um bocado ciganos e ele vai ter de andar connosco". Nesse dia sorri por sentir que tinha ao meu lado alguém que me aceitava no meu estilo semi-nómada e que até achava que podiamos continuar assim.
O meu rebentinho tem agora dois meses e hoje, mais uma vez, vamos iniciar uma fase de nomadismo, que durará cerca de um mês.
Ele tem-se adaptado muito bem às mudanças de ambiente. Acho que ele já sabia o que o esperava cá fora...
Sou uma semi-nómada, com um mini-semi-nómada que me acompanha para todo o lado e que me faz sentir a mãe mais sortuda do mundo!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Isto merece ser publicado!
Tenho um amigo que é grande apreciador de mulheres (até tenho mais que um...) e vive rodeado de fêmeas: a mulher, duas filhas e uma cadela. Adora-as a todas!
Hoje estávamos a falar via internet e eu perguntei-lhe pelas filhas, que são crianças adoráveis e traquinas. Ele respondeu "Não me digas nada! A Rita (filha mais nova, com 2 anos) anda terrivel! A Maria (cadela rotweiler) agora foge sempre que a vê, porque ela mordeu-lhe". Eu achei que não tinha percebido bem e pedi-lhe que me esclarecesse "A Rita mordeu na cadela???". Ele respondeu que sim e eu desatei a rir.
A verdade é que sempre tive receio do à vontade com que ele deixava as meninas brincarem com uma rotweiler, por pensar que ela se podia chatear com as brincadeiras e dar uma dentadinha só para assustar, mas que as magoaria por não ter noção da sua força. Nunca pensei que o problema fosse o inverso...
Segundo o que ele me disse, a criança preparava-se para atravessar o portão do quintal, em direcção à rua e a cadela, para a proteger, pôs-se à frente dela, impedindo-a de avançar. Ora, a menina não gostou e mordeu no pobre animal... LOL
Mas acho que mordeu mesmo a sério, porque ele (o pai) teve de tratar a cadela com betadine.
Bom, à medida que ele me ia contando o sucedido, eu ria cada vez mais a tentar imaginar a cena e disse-lhe que achava que esta história devia ser publicada, porque se fala muito de rotweilers que atacam criancinhas, mas não se sabe de muitos casos em que uma criancinha de dois anos tenha atacado um rotweiler...
Por isso, achei que esta seria uma boa forma de voltar a escrever no blog: publicar o que eu achava que devia ser contado.
"A menina que mordeu o cão"
Hoje estávamos a falar via internet e eu perguntei-lhe pelas filhas, que são crianças adoráveis e traquinas. Ele respondeu "Não me digas nada! A Rita (filha mais nova, com 2 anos) anda terrivel! A Maria (cadela rotweiler) agora foge sempre que a vê, porque ela mordeu-lhe". Eu achei que não tinha percebido bem e pedi-lhe que me esclarecesse "A Rita mordeu na cadela???". Ele respondeu que sim e eu desatei a rir.
A verdade é que sempre tive receio do à vontade com que ele deixava as meninas brincarem com uma rotweiler, por pensar que ela se podia chatear com as brincadeiras e dar uma dentadinha só para assustar, mas que as magoaria por não ter noção da sua força. Nunca pensei que o problema fosse o inverso...
Segundo o que ele me disse, a criança preparava-se para atravessar o portão do quintal, em direcção à rua e a cadela, para a proteger, pôs-se à frente dela, impedindo-a de avançar. Ora, a menina não gostou e mordeu no pobre animal... LOL
Mas acho que mordeu mesmo a sério, porque ele (o pai) teve de tratar a cadela com betadine.
Bom, à medida que ele me ia contando o sucedido, eu ria cada vez mais a tentar imaginar a cena e disse-lhe que achava que esta história devia ser publicada, porque se fala muito de rotweilers que atacam criancinhas, mas não se sabe de muitos casos em que uma criancinha de dois anos tenha atacado um rotweiler...
Por isso, achei que esta seria uma boa forma de voltar a escrever no blog: publicar o que eu achava que devia ser contado.
"A menina que mordeu o cão"
domingo, 24 de agosto de 2008
Maternidade...
Li agora um e-mail de uma amiga que está em final de gravidez, onde ela dizia que mesmo sem falar comigo já estava a perceber mta coisa sobre a maternidade, como por exemplo, que não havia tempo para telefonemas, e-mails ou messenger... Pois é, eu sei que há outras pessoas que até conseguem, mas eu não... A minha vida rege-se por horas das mamadas e das sestas (com umas trocas de fraldas e de roupa suja de leite, cocós e xixis pelo meio).
Espero voltar em breve...
Espero voltar em breve...
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Uma vida nova!
A minha vida mudou!
Há uma vida nova que faz da minha vida uma nova vida!
Estou completamente apaixonada!
Tenho um bebé lindo, que me faz derreter de cada vez que olho para ele!
Tenho um bebé perfeitinho, que se mostra atento ao mundo que o rodeia, que come bem e que dorme (e deixa os pais dormirem)!
Sei que ele é agora e será sempre o centro do meu (nosso) mundo! E gosto tanto dessa sensação!!!
Sinto-me realizada! Tenho um filho maravilhoso e um pai do meu filho fantástico!
Amamo-nos muito uns aos outros! Somos uma família completa e feliz!
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