Assumo-me como semi-nómada há já muitos anos.
Ganhei este "título" através de uma pessoa de familia que me chamava assim por causa de eu andar constantemente de mochila às costas, pronta para ir uns tempos para algures.
E eu gosto de ser semi-nómada! Identifico-me com o conceito!
Quando engravidei, pensei que tinha chegado a altura de "sedentarizar". Com um filho seria muito mais complicado andar de um lado para outro.
Confesso que senti uma pontinha de melancolia... que passou no dia em que o tarwin (pai do meu rebento) disse que era imprescindivel comprar uma cama de viagem "porque nós somos um bocado ciganos e ele vai ter de andar connosco". Nesse dia sorri por sentir que tinha ao meu lado alguém que me aceitava no meu estilo semi-nómada e que até achava que podiamos continuar assim.
O meu rebentinho tem agora dois meses e hoje, mais uma vez, vamos iniciar uma fase de nomadismo, que durará cerca de um mês.
Ele tem-se adaptado muito bem às mudanças de ambiente. Acho que ele já sabia o que o esperava cá fora...
Sou uma semi-nómada, com um mini-semi-nómada que me acompanha para todo o lado e que me faz sentir a mãe mais sortuda do mundo!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Isto merece ser publicado!
Tenho um amigo que é grande apreciador de mulheres (até tenho mais que um...) e vive rodeado de fêmeas: a mulher, duas filhas e uma cadela. Adora-as a todas!
Hoje estávamos a falar via internet e eu perguntei-lhe pelas filhas, que são crianças adoráveis e traquinas. Ele respondeu "Não me digas nada! A Rita (filha mais nova, com 2 anos) anda terrivel! A Maria (cadela rotweiler) agora foge sempre que a vê, porque ela mordeu-lhe". Eu achei que não tinha percebido bem e pedi-lhe que me esclarecesse "A Rita mordeu na cadela???". Ele respondeu que sim e eu desatei a rir.
A verdade é que sempre tive receio do à vontade com que ele deixava as meninas brincarem com uma rotweiler, por pensar que ela se podia chatear com as brincadeiras e dar uma dentadinha só para assustar, mas que as magoaria por não ter noção da sua força. Nunca pensei que o problema fosse o inverso...
Segundo o que ele me disse, a criança preparava-se para atravessar o portão do quintal, em direcção à rua e a cadela, para a proteger, pôs-se à frente dela, impedindo-a de avançar. Ora, a menina não gostou e mordeu no pobre animal... LOL
Mas acho que mordeu mesmo a sério, porque ele (o pai) teve de tratar a cadela com betadine.
Bom, à medida que ele me ia contando o sucedido, eu ria cada vez mais a tentar imaginar a cena e disse-lhe que achava que esta história devia ser publicada, porque se fala muito de rotweilers que atacam criancinhas, mas não se sabe de muitos casos em que uma criancinha de dois anos tenha atacado um rotweiler...
Por isso, achei que esta seria uma boa forma de voltar a escrever no blog: publicar o que eu achava que devia ser contado.
"A menina que mordeu o cão"
Hoje estávamos a falar via internet e eu perguntei-lhe pelas filhas, que são crianças adoráveis e traquinas. Ele respondeu "Não me digas nada! A Rita (filha mais nova, com 2 anos) anda terrivel! A Maria (cadela rotweiler) agora foge sempre que a vê, porque ela mordeu-lhe". Eu achei que não tinha percebido bem e pedi-lhe que me esclarecesse "A Rita mordeu na cadela???". Ele respondeu que sim e eu desatei a rir.
A verdade é que sempre tive receio do à vontade com que ele deixava as meninas brincarem com uma rotweiler, por pensar que ela se podia chatear com as brincadeiras e dar uma dentadinha só para assustar, mas que as magoaria por não ter noção da sua força. Nunca pensei que o problema fosse o inverso...
Segundo o que ele me disse, a criança preparava-se para atravessar o portão do quintal, em direcção à rua e a cadela, para a proteger, pôs-se à frente dela, impedindo-a de avançar. Ora, a menina não gostou e mordeu no pobre animal... LOL
Mas acho que mordeu mesmo a sério, porque ele (o pai) teve de tratar a cadela com betadine.
Bom, à medida que ele me ia contando o sucedido, eu ria cada vez mais a tentar imaginar a cena e disse-lhe que achava que esta história devia ser publicada, porque se fala muito de rotweilers que atacam criancinhas, mas não se sabe de muitos casos em que uma criancinha de dois anos tenha atacado um rotweiler...
Por isso, achei que esta seria uma boa forma de voltar a escrever no blog: publicar o que eu achava que devia ser contado.
"A menina que mordeu o cão"
domingo, 24 de agosto de 2008
Maternidade...
Li agora um e-mail de uma amiga que está em final de gravidez, onde ela dizia que mesmo sem falar comigo já estava a perceber mta coisa sobre a maternidade, como por exemplo, que não havia tempo para telefonemas, e-mails ou messenger... Pois é, eu sei que há outras pessoas que até conseguem, mas eu não... A minha vida rege-se por horas das mamadas e das sestas (com umas trocas de fraldas e de roupa suja de leite, cocós e xixis pelo meio).
Espero voltar em breve...
Espero voltar em breve...
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Uma vida nova!
A minha vida mudou!
Há uma vida nova que faz da minha vida uma nova vida!
Estou completamente apaixonada!
Tenho um bebé lindo, que me faz derreter de cada vez que olho para ele!
Tenho um bebé perfeitinho, que se mostra atento ao mundo que o rodeia, que come bem e que dorme (e deixa os pais dormirem)!
Sei que ele é agora e será sempre o centro do meu (nosso) mundo! E gosto tanto dessa sensação!!!
Sinto-me realizada! Tenho um filho maravilhoso e um pai do meu filho fantástico!
Amamo-nos muito uns aos outros! Somos uma família completa e feliz!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
E no dia previsto...
...estou com contracções com intervalos de 5 a 6 minutos há cerca de 2 horas...
Eu acho que é falso alarme, porque me sinto "demasiado" bem, mas seja como for, depois darei noticias.
:)
Eu acho que é falso alarme, porque me sinto "demasiado" bem, mas seja como for, depois darei noticias.
:)
segunda-feira, 7 de julho de 2008
3 days to go (!!!)
A borboleta da minha barrinha kitsh já passou a flor há uns largos dias. E eu tenho tentado ignorar esse facto, enquanto aproximação do dia D.
Mas hoje abri o blog e vi que faltam só 3 dias...
Não sei o que me deixa mais nervosa: se o facto de pensar que pode ser a qualquer momento ou o facto do puto não dar sinais de querer sair nem que o obriguem (secalhar nasce no dia do casamento...lol)
Cada vez tenho mais curiosidade em conhecer este bichinho que teima em me fazer cócegas e espetar o rabo para cima das minhas costelas, mas ao mesmo tempo tenho medo de não conseguir ser bem sucedida a tomar conta dele...
Estou oficialmente nervosa, pronto!
Mas hoje abri o blog e vi que faltam só 3 dias...
Não sei o que me deixa mais nervosa: se o facto de pensar que pode ser a qualquer momento ou o facto do puto não dar sinais de querer sair nem que o obriguem (secalhar nasce no dia do casamento...lol)
Cada vez tenho mais curiosidade em conhecer este bichinho que teima em me fazer cócegas e espetar o rabo para cima das minhas costelas, mas ao mesmo tempo tenho medo de não conseguir ser bem sucedida a tomar conta dele...
Estou oficialmente nervosa, pronto!
terça-feira, 24 de junho de 2008
O dilema das cuecas
Hoje de manhã, enquanto escolhia a roupa interior que ia vestir, lembrei-me de uma conversa que tive há uns anos com um grupo de amigas, em que constatámos que todas tinhamos uma mulher na familia que um dia nos teria alertado para a mesma preocupação: não vestir cuecas que estivessem mais gastas, porque podia acontecer qualquer coisa e irmos parar ao hospital e depois os médicos e os enfermeiros veriam a nossa roupa interior deteriorada. Rimos um bocado e concluímos que tinhamos absorvido bem os ensinamentos.
E porque é que eu me lembrei desta conversa? Porque agora todos os dias tenho de escolher criteriosamente as minhas cuecas, devido aos requisitos a que têm de obedecer...
Têm de ser confortáveis, suficientemente altas para por a cinta por cima e não podem ter elásticos que me apertem a barriga... Isto leva-nos à típica "cueca da avó". Mas simultaneamente, têm de estar "à altura" de uma eventual ida para o hospital a qualquer momento e eu faço questão de entrar na maternidade com uma roupinha interior que não me envergonhe! ("cuecas da avó" envergonham qualquer um, não vos parece?!)
Portanto, embora tenha feito algumas compras para reforçar o meu stock, agora todos os dias eu vivo o chamado "dilema das cuecas"... (O que, se pensarmos que também tenho de escolher roupa para vestir por cima que me sirva, que tenho de por pelo menos 2 cremes diferentes a seguir ao banho e que já tenho algumas dificuldades locomotoras devido ao meu actual estado físico, leva a que eu demore bastante mais tempo a ficar pronta para sair de casa...)
Há pouco tempo passei por uma experiência inédita: estar um jantar inteiro a trocar impressões sobre cuecas com outra mulher grávida, perante os olhares das outras cinco pessoas que estavam connosco à mesa... Nós não falámos sobre mamas, rabos ou barrigas a crescer, nem sobre enjoos ou desejos alimentares. Não, isso é aquilo de que toda a gente fala. Mas sobre as cuecas que deixam de servir ninguém nos tinha falado! Não vem em nenhum livro!
E foi por isso que eu decidi escrever sobre este tema no meu singelo blog. Para alertar as meninas que estiverem a pensar um dia ter filhos para o facto de que as vossas lindas cuecas vão deixar de vos servir e que o melhor é prepararem-se para este dilema e pensarem em trocar o sexy pelo confortável (não desmoralizem, porque há marcas com modelos confortáveis e muito giros). Ah, pois é!
E porque é que eu me lembrei desta conversa? Porque agora todos os dias tenho de escolher criteriosamente as minhas cuecas, devido aos requisitos a que têm de obedecer...
Têm de ser confortáveis, suficientemente altas para por a cinta por cima e não podem ter elásticos que me apertem a barriga... Isto leva-nos à típica "cueca da avó". Mas simultaneamente, têm de estar "à altura" de uma eventual ida para o hospital a qualquer momento e eu faço questão de entrar na maternidade com uma roupinha interior que não me envergonhe! ("cuecas da avó" envergonham qualquer um, não vos parece?!)
Portanto, embora tenha feito algumas compras para reforçar o meu stock, agora todos os dias eu vivo o chamado "dilema das cuecas"... (O que, se pensarmos que também tenho de escolher roupa para vestir por cima que me sirva, que tenho de por pelo menos 2 cremes diferentes a seguir ao banho e que já tenho algumas dificuldades locomotoras devido ao meu actual estado físico, leva a que eu demore bastante mais tempo a ficar pronta para sair de casa...)
Há pouco tempo passei por uma experiência inédita: estar um jantar inteiro a trocar impressões sobre cuecas com outra mulher grávida, perante os olhares das outras cinco pessoas que estavam connosco à mesa... Nós não falámos sobre mamas, rabos ou barrigas a crescer, nem sobre enjoos ou desejos alimentares. Não, isso é aquilo de que toda a gente fala. Mas sobre as cuecas que deixam de servir ninguém nos tinha falado! Não vem em nenhum livro!
E foi por isso que eu decidi escrever sobre este tema no meu singelo blog. Para alertar as meninas que estiverem a pensar um dia ter filhos para o facto de que as vossas lindas cuecas vão deixar de vos servir e que o melhor é prepararem-se para este dilema e pensarem em trocar o sexy pelo confortável (não desmoralizem, porque há marcas com modelos confortáveis e muito giros). Ah, pois é!
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