O namorado de uma colega minha, com 29 anos, morreu num acidente de mota quando ia a caminho de casa dela.
Não houve mais vítimas.
Ela está desesperada e grita pelo seu amor, que sabe que não voltará.
Não consigo sequer imaginar o sofrimento dela.
Sinto um aperto no coração, porque sei que vou encontrar uma sala cheia de gente (várias pessoas que conheço) em profundo sofrimento.
Sei que a única ajuda que posso dar é mostrando o meu apoio, mas gostaria de poder fazer mais. Gostava de lhes tirar o sofrimento do coração, como a estrada tirou a vida àquele rapaz, que pelos vistos era tão boa pessoa (sempre ouvi dizer bem dele).
Estou triste!
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
E quando eu pensava que já tinha visto de tudo...
... recebi um "friend request" do hi5 de um homem com 44 anos, que aparece em todas as suas fotos de fralda...
Mas como se não bastasse, os amigos dele também usam fralda e ostentam-na...
Como me pareceu que havia ali um padrão, fui ao google e fiz uma busca pelo nome que o homem usa no hi5 (não tinha mais como procurar). Fiquei a saber que há mesmo um grupo de pessoas que são "infantilistas". Curiosa como sou, fui ver o q era o infantilismo. Deixo aqui um excerto do que encontrei na wikipédia.
"Antes de parafilia, diria que é um fetiche. Assim como alguns têm por lingerie, salto alto e outros objetos, os infantilistas têm fetiche por fraldas e calças plásticas na maioria das vezes. O infantilismo pode ser curtido a sós ou a dois. Há muitos casais infantilistas, que trazem esse prazer para dentro da relação sexual em si. (...). Os que usam fraldas e calças plásticas, agem como os bebés (literalmente falando), fazendo nelas tudo o que um bebê faz (...). O infantilismo jamais deve ser confundido com pedofilia, pois sua prática jamais envolve crianças, mas sim, o desejo de ser uma; um bebé, para ser mais exacto (...).
Parafilia consiste na excitação do indivíduo ao ser tratado como criança (bebê), usando fraldas e outros acessórios infantis. Também pode ser conhecido como anacletismo ou autonepiofilia."
Eu já tinha visto um episódio do CSI Las Vegas em que havia um homem com este tipo de "perturbação", mas não pensei que existisse mesmo...
E muito menos imaginava que um dia ia ser contactada por um deles... (não quero ser preconceituosa, mas ser contactada por um gajo que gosta de andar de fraldas não me agrada...)
Mas como se não bastasse, os amigos dele também usam fralda e ostentam-na...
Como me pareceu que havia ali um padrão, fui ao google e fiz uma busca pelo nome que o homem usa no hi5 (não tinha mais como procurar). Fiquei a saber que há mesmo um grupo de pessoas que são "infantilistas". Curiosa como sou, fui ver o q era o infantilismo. Deixo aqui um excerto do que encontrei na wikipédia.
"Antes de parafilia, diria que é um fetiche. Assim como alguns têm por lingerie, salto alto e outros objetos, os infantilistas têm fetiche por fraldas e calças plásticas na maioria das vezes. O infantilismo pode ser curtido a sós ou a dois. Há muitos casais infantilistas, que trazem esse prazer para dentro da relação sexual em si. (...). Os que usam fraldas e calças plásticas, agem como os bebés (literalmente falando), fazendo nelas tudo o que um bebê faz (...). O infantilismo jamais deve ser confundido com pedofilia, pois sua prática jamais envolve crianças, mas sim, o desejo de ser uma; um bebé, para ser mais exacto (...).
Parafilia consiste na excitação do indivíduo ao ser tratado como criança (bebê), usando fraldas e outros acessórios infantis. Também pode ser conhecido como anacletismo ou autonepiofilia."
Eu já tinha visto um episódio do CSI Las Vegas em que havia um homem com este tipo de "perturbação", mas não pensei que existisse mesmo...
E muito menos imaginava que um dia ia ser contactada por um deles... (não quero ser preconceituosa, mas ser contactada por um gajo que gosta de andar de fraldas não me agrada...)
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Cortar o mal pela raiz
"Um homem abriu fogo esta manhã numa sala de tribunal em Itália, matando a sua ex-mulher e um parente desta, antes de ser abatido a tiro pela polícia.
O homem encontrava-se dentro da sala de audiências, num tribunal do Norte de Itália, para uma diligência relativa ao processo de divórcio, refere agência Ansa." in Portugal Diario
Interpretação desta modesta bloguista:
1 - O homem achou que era mais prático ficar viúvo do que divorciado, porque assim não tinha de ter despesas com advogados e nem sequer tinha de fazer partilha de bens. Nesta lógica, matou também o familiar da mulher, que seria um potencial herdeiro.
2 - A polícia sabe que os processos de homicídio dão muito mais trabalho, até porque implicam a prisão de uma pessoa (levar para a cadeia, vigiar, transportar a pessoa para os julgamentos...) e até se podem tornar mediáticos (ter de afastar jornalistas, sem sequer poder dar uma entrevistazinha e aparecer na TV para a família ver... que trabalheira!) e portanto achou que que o melhor seria abatê-lo.
Assim o caso ficou encerrado e ninguém mais tem de se preocupar com o assunto.
E ainda há quem se queixe da lentidão da justiça...
O homem encontrava-se dentro da sala de audiências, num tribunal do Norte de Itália, para uma diligência relativa ao processo de divórcio, refere agência Ansa." in Portugal Diario
Interpretação desta modesta bloguista:
1 - O homem achou que era mais prático ficar viúvo do que divorciado, porque assim não tinha de ter despesas com advogados e nem sequer tinha de fazer partilha de bens. Nesta lógica, matou também o familiar da mulher, que seria um potencial herdeiro.
2 - A polícia sabe que os processos de homicídio dão muito mais trabalho, até porque implicam a prisão de uma pessoa (levar para a cadeia, vigiar, transportar a pessoa para os julgamentos...) e até se podem tornar mediáticos (ter de afastar jornalistas, sem sequer poder dar uma entrevistazinha e aparecer na TV para a família ver... que trabalheira!) e portanto achou que que o melhor seria abatê-lo.
Assim o caso ficou encerrado e ninguém mais tem de se preocupar com o assunto.
E ainda há quem se queixe da lentidão da justiça...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Soluções simples
Aqui há uns tempos ofereceram-me uma caixa muito bonita, com pacotinhos de chá lá dentro.
Eu gostei muito da prenda, mas não tanto do chá propriamente dito... Razão pela qual a caixita tem estado guardada no armário, juntamente com os outros chás.
Hoje decidi levar uns pacotinhos do tal chá para o gabinete e ofereci às minhas colegas de trabalho. Elas adoraram!
Ou seja, amanhã vou mostrar como sou uma colega simpática e trazer mais. E elas vão beber o seu cházinho todas contentes!
E eu vou ficar com a minha caixinha linda vazia :)
Nada mais simples! (só não percebo como não me lembrei disto antes...)
Eu gostei muito da prenda, mas não tanto do chá propriamente dito... Razão pela qual a caixita tem estado guardada no armário, juntamente com os outros chás.
Hoje decidi levar uns pacotinhos do tal chá para o gabinete e ofereci às minhas colegas de trabalho. Elas adoraram!
Ou seja, amanhã vou mostrar como sou uma colega simpática e trazer mais. E elas vão beber o seu cházinho todas contentes!
E eu vou ficar com a minha caixinha linda vazia :)
Nada mais simples! (só não percebo como não me lembrei disto antes...)
Respondendo ao desafio das macaquinhas
As minhas amigas macaquinhas lançaram-me o desafio de transcrever a 5ª frase da página 161 do livro que estou a ler. Como neste momento estou "entre livros" e emprestei o último que li, escrevo a de um que gostei muito.
"Torcíamo-nos de tanto rir e mal consegui acabar o relato."
in A Criança que não queria falar, Torey Hayden
"Torcíamo-nos de tanto rir e mal consegui acabar o relato."
in A Criança que não queria falar, Torey Hayden
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