quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Uma amiga especial



O meu filho tem como nova amiga uma boneca insuflável, a quem ele adora dar beijos e abraços...
Nos primeiros dias não a largava. Mas entretanto lá deve ter percebido que o bom de ter uma boneca insuflável é poder recorrer a ela só quando lhe apetece, sem que ela se queixe de falta de atenção. Por isso, agora remeteu-a para a casa de banho e só quer a companhia dela quando está dentro da banheira ou na sanita...
É gajo e basta!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Responsabilidade civil

Estava sentada numa mesa de café com colegas minhas a conversar animadamente.
Ela já lá estava, noutra mesa, sozinha, mas nem a vi.
Reparei nela, quando ele entrou, se aproximou dela e começou a gritar "Só não te bato aqui, porque estás no café! Não te admito que insultes a minha mãe, ouviste?!?!"(aparentemente, ela chamou-lhe filho da puta numa discusão passada). Ela respondeu "Queres bater, bate!". Ele gritou mais "Isso querias tu, que eu te batesse aqui!"... Continuaram a discutir. Ele com a cara cada vez mais próxima da dela e pronto para lhe bater com um porta-guardanapos na cara (acho que nestas alturas tudo serve como arma de arremesso). Ela levantou-se e deu-lhe um empurrão, ele respondeu com um estalo e as agressões fisicas sucederam-se...
Nesta altura, pensei que deveriamos chamar a GNR. Uma das minhas colegas fez sinal ao empregado de café e eu achei que seria isso que ele faria. Mas não. Ele aproximou-se, separou-os e pediu ao "senhor" que se retirasse.
Enquanto ele fazia o trajecto até à porta da rua, ela gritou "Nunca mais me voltas a bater" e ele revelou a verdadeira razão de estar ali "Ela deixou-me e ainda me chamou filho da puta". Depois gritou que quando ela saisse dali a matava.
Ele saiu. Ela começou a chorar, enquanto limpava o lábio que sangrava.
Uma das minhas colegas comentou que já não era a primeira vez que ele fazia uma cena daquelas.
Outra colega disse que achava que ela devia fazer queixa, até porque tinha testemunhas que tinham assistido e ouvido todas as ameaças.
Eu achei que a GNR devia ter sido chamada.
Mas ninguém se quis "meter"...

Hoje assisti a uma cena de violência doméstica (crime público que qualquer pessoa pode e deve denunciar) e não fiz nada...
Sinto-me mal! Sinto-me culpada e cúmplice deste crime!
Tenho vergonha do meu comportamento...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Eu, ecologista

Desde que me conheço que sempre tive uma vertente de protectora do ambiente e principalmente dos animais.

Não sou vegetariana (muito menos vegan), nem participo em manifestações das Associações de Protecção de Animais, mas custa-me matar animais, mesmo que seja uma formiga (tenho um enorme respeito por elas e pela sua organização, basta olhar para a história da "Cigarra e da Formiga") ou uma melga (sou normalmente um alvo demasiado fácil para elas...). De certeza que haverá muita gente a achar que é uma contradição eu dizer que não mato animais e depois comer carne. Mas a questão é que eu não os mato por prazer e só consigo comer carne vinda do talho (how stupid is that?!?!). Por exemplo, houve uma altura que eu tinha galinhas e coelhos, que nasciam, cresciam e iam parar inevitavelmente à arca frigorifica e depois ao prato. Nessa altura, se eu não tivesse 10 anos e conseguisse impor as minhas convicções a nível alimentar ter-me-ia tornado vegetariana, porque de cada vez que o jantar era um bichinho vindo da capoeira/ coelheira eu fazia uma choradeira enorme.

Todos os animais eram queridos e amistosos. Eu apanhava-os quando estavam a incomodar alguém e normalmente fazia intenção de os adoptar.

Lembro-me de uma vez que apareci ao pé da minha mãe com um balde de praia, que tinha lá dentro o meu novo amiguinho, um rato de esgoto. A minha mãe teve um ataque de histeria e inumerou umas quantas doenças a que eu estaria sujeita se levasse a minha avante. Não me lembro quem se desfez do bichinho, mas eu tive muita pena que não me tivessem deixado ficar com ele...

Outro exemplo é a história do dia em que o meu pai me ofereceu um colete feito de pele de carneiro. Eu tinha 4 anos e lembro-me de ter os adultos à minha volta a explicarem que aquilo era o pelo do cordeirinho, como se isso fosse a coisa mais encantadora do mundo. Ao fim de um bocado de os ouvir, reagi perguntando na minha voz invulgarmente grave para a idade: "Quem matou o carneirinho???"

Ora, tudo isto surge para justificar que eu ponha aqui um vídeo de uma música muito foleirinha, com uma letra muito melodramática, que eu encontrei no youtube um bocado por acaso, e que (confesso) eu adorava quando tinha cerca de 11 anos (foi quando a descobri). Era este o meu espírito na fase de final de infância/ inicio de adolescência... (aos 12 anos a minha camisola favorita dizia "Salve as Focas")





Actualmente, já não quero trazer para casa todos os bichinhos que encontro, mas continuo a gostar de observar animais e tenho o sonho de um dia conseguir que as pessoas acreditem que os animais têm efectivamente sentimentos, tão válidos como os dos humanos...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Despistada, eu?!?!

Hoje ao final da tarde ia com o mini-seminómada no carro, a fazer um percurso habitual e, numa determinada rua de dois sentidos onde, embora fosse proibido, os carros sempre estacionaram (às vezes eram rebocados, mas isso é pormenor), dificultando a passagem de dois carros em sentidos opostos, reparei que agora já era permitido estacionar.
Pensei que teria sido uma estratégia da CML e da EMEL para ganharem mais uns trocos e pensei que, de facto, era preciso o desespero ser grande para deixarem as pessoas estacionar ali, porque agora é que a confusão se ia instaurar mesmo.
Estava eu nestes meus pensamentos, quando vi um Sr. Agente da Autoridade a fazer-me sinal para encostar. Pensamento imediato "Oh não!!! Já percebi! A rua agora é de sentido único e eu estou em contramão... Grande m******!!!"
O senhor pediu-me os documentos da viatura e confirmou as minhas suspeitas, acrescentando que eu tinha infringido três sinais de trânsito e que eu devia conduzir com base no código da estrada e não no que estava habituada a fazer.
Eu lá fui dizendo que o senhor tinha toda a razão, enquanto pensava "pronto, chegou o dia, desta vez não me livro da multa". Ainda acrescentei "Veja lá que eu até vinha a reparar que agora era permitido estacionar e pensei que isso ia dar uma grande confusão... Foi mesmo falta de raciocínio...", ao que ele me respondeu com um sorriso "Pois, por isso mesmo é que foi feita esta alteração."
Bom, não sei bem explicar se foi porque eu admiti que o senhor agente tinha razão, se foi porque os documentos estavam todos em ordem, ou se foi pura e simplesmente pelos meus lindos olhos (que é como quem diz que ele percebeu que eu era mesmo "cabeça no ar"), o que é certo é que depois de muita conversa, o Senhor Agente disse-me que para não me altuar (é assim que se escreve?) o melhor era eu fazer inversão de marcha e fazer o caminho da forma correcta (com direito a indicações sobre o melhor caminho e tudo). E ainda me ajudou a fazer a manobra...
Já se passaram umas horas e eu continuo sem perceber como é que, mais uma vez (sim, já me tinha acontecido uma situação parecida) eu escapei à multa...
Sou uma despistada com sorte, é o que é :-)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Há fases da vida melhores que outras.
Não há mal que sempre dure.
Uma desgraça nunca vem só.
Depois da tempestade, há de vir a bonança.

Quero escrever. Preciso de escrever. Mas as palavras não saem naturalmente...
Tento desemaranhar os nós mentais, mas só me saem frases feitas...
Não consigo falar e pensei que talvez a escrita me ajudasse. Mas não estou a conseguir...

Queria sentar-me no teu colo e procurar o consolo que sempre me deste. Gostava de ouvir as tuas palavras sábias, mesmo sabendo que só mais tarde perceberia o seu significado. Abraçar-te e sentir o teu cheiro.

Mas agora não pode ser. Agora tu precisas de mim. Agora eu tenho de ser forte.

Só me consigo lembrar das palavras do Pedro quando eu me sentia deseperada, com um bebé acabado de nascer e dizia que me sentia no limite das minhas forças: "Vais perceber agora que o teu limite é muito maior do que tu imaginavas"

Sei que não posso desisitir de nada neste momento... Talvez me apeteça apenas carregar no "pause" e deixar tudo como está, ir dar uma volta, espairecer e depois regressar com um olhar mais fresco. Tal e qual como se faz com aquele texto que não se está a conseguir escrever por falta de inspiração...

É isso, talvez eu esteja apenas com falta de inspiração para viver a minha vida.

Melhores dias virão, já se sabe.

Mas enquanto vêm e não vêm, vou tentar concentrar-me nesta oração:


"Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado...

Resignação para aceitar o que não pode ser mudado...

E sabedoria para distinguir uma coisa da outra."

São Francisco de Assis

terça-feira, 20 de julho de 2010

Sacrifícios de tia

A minha princesa-sobrinha-afilhada completou hoje 4 anos de vida (está tão crescida!)
Eu adoro a minha princesa e faço tudo por ela!
Ela está cada vez mais menina, que adora cor de rosa, laços, fitas, folhos e outras piroseiras que tal.
Hoje ofereceram-lhe uma mala das Princesas Disney com maquilhagem, vernizes e enfeites para o cabelo e, quando eu cheguei a casa da minha irmã, a avó da princesinha estava a acabar de lhe pintar as unhas. A minha menina estava super feliz e veio mostrar-me a sua cara e mãos pintadas.
Pouco depois, quis ser ela a pintar alguém e escolheu a tia do seu coração, ou seja, eu... Ainda me avisou que nunca tinha pintado as unhas a ninguém e talvez não soubesse muito bem como se fazia...
Este foi o resultado:



Adenda: Giro, giro foi quando eu cheguei a casa, não encontrava a acetona e comecei a imaginar ter de ir trabalhar com as mãos tão artisticamente pintadas...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sinto que o tempo me está a fugir...

Aproveitar o tempo!
Mas o que é o tempo, que eu o aproveite?
Aproveitar o tempo!
Nenhum dia sem linha...
O trabalho honesto e superior...
O trabalho à Virgílio, à Mílton...
Mas é tão difícil ser honesto ou superior!
É tão pouco provável ser Milton ou ser Virgílio!
Aproveitar o tempo!
Tirar da alma os bocados precisos - nem mais nem menos -
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)...
Pôr as sensações em castelo de cartas, pobre China dos serões,
E os pensamentos em dominó, igual contra igual,
E a vontade em carambola difícil.
Imagens de jogos ou de paciências ou de passatempos -
Imagens da vida, imagens das vidas. Imagens da Vida.
Verbalismo...
Sim, verbalismo...
Aproveitar o tempo!
Não ter um minuto que o exame de consciência desconheça...
Não ter um acto indefinido nem fictício...
Não ter um movimento desconforme com propósitos...
Boas maneiras da alma...
Elegância de persistir...
Aproveitar o tempo!
Meu coração está cansado como mendigo verdadeiro.
Meu cérebro está pronto como um fardo posto ao canto.
Meu canto (verbalismo!) está tal como está e é triste.
Aproveitar o tempo!
Desde que comecei a escrever passaram cinco minutos.
Aproveitei-os ou não?
Se não sei se os aproveitei, que saberei de outros minutos?!
(Passageira que viajaras tantas vezes no mesmo compartimento comigo
No comboio suburbano,
Chegaste a interessar-te por mim?
Aproveitei o tempo olhando para ti?
Qual foi o ritmo do nosso sossego no comboio andante?
Qual foi o entendimento que não chegámos a ter?
Qual foi a vida que houve nisto? Que foi isto a vida?)
Aproveitar o tempo!
Ah, deixem-me não aproveitar nada!
Nem tempo, nem ser, nem memórias de tempo ou de ser!...
Deixem-me ser uma folha de árvore, titilada por brisa,
A poeira de uma estrada involuntária e sozinha,
O vinco deixado na estrada pelas rodas enquanto não vêm outras,
O pião do garoto, que vai a parar,
E oscila, no mesmo movimento que o da alma,
E cai, como caem os deuses, no chão do Destino.

Álvaro de Campos

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Para a Li

Todos os dias penso em ti. Todos os dias penso que será hoje que pego no telefone e te pergunto como estás. Todos os dias há algo que me faz adiar.
Hoje foi mais um desses dias...
Desculpa não estar presente!
Desculpa o meu não ser mais um ombro com que podes contar!...

Deixo-te com uma música que me dá energia e esperança nos dias em que me apetece desistir.

Beijo muito grande e abraço bem apertado!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Isto só a mim...

Fui à casa de banho fazer um xixi e quando puxei o autoclismo, o telemóvel caiu-me do bolso para dentro da sanita... e foi levado pela água...
Como isto se passou no local de trabalho, contactei o responsável pelas canalizações e avisar que era possivel que a sanita entupisse. A resposta foi pronta "Não se preocupe, que a sanita não entupiu nem vai entupir. A esta hora isso já foi pelo cano abaixo. Pode dizer adeus ao telemóvel." E riu-se. E eu ri-me também...
Agora vou mandar uma e-mail aos meus contactos a pedir números, porque a minha lista telefónica está a zeros e eu sinto-me perdida...
Pronto, é isto.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Imortais

Li agora que o Saramago morreu.
Fiquei perplexa.
Na verdade, eu fico sempre perplexa quando sei que faleceu alguém importante. Mas pior que isso é que algum tempo depois já não me lembro de quem é que morreu e de quem está vivo (há uns tempos disseram-me que o Fialho Gouveia já estava morto e eu voltei a ficar perplexa...).
Na verdade, acho que todas estas pessoas, que fazem parte da História do nosso país, são imortais, pela marca que deixam.
Aliás, se pensarmos bem, as pessoas de quem gostamos são normalçmente imortais, pelas recordações que nos deixam...
Bom, este post está um bocado nonsense, mas o que eu queria mesmo dizer é que tenho pena que o nosso país (e o país do lado) tenha ficado sem o José Saramago, que sempre me pareceu um homem muito lúcido e inteligente.

terça-feira, 8 de junho de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vá, batam-me porque eu mereço!

Nos últimos tempos o meu volume de trabalho tem vindo a aumentar mais e mais. Não só em termos do que tenho de produzir, mas também do número de locais e da consequente quantidade de deslocações que tenho de fazer...
Quem me conhece sabe que tenho um estranho síndrome de achar que sou super-mulher e que de uma forma ou de outra tenho de conseguir fazer tudo...
Hoje aconteceu mais uma vez que fui almoçar com tempo muito limitado e, como o serviço no restaurante demorou mais do que eu estava à espera (35 minutos à espera de uma salada...) acabei por comer (mais uma vez) a correr.
Conclusão: (Mais uma vez) Estou pr'aqui cheia de dores de estômago...
E se eu tivesse mais calminha e deixasse o trabalho esperar?! Não seria melhor?!
Eu devia era seguir o exemplo do meu padrinho, que come com muita calma e produz imenso!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

E depois dizem que o país está em crise

No sitio onde trabalho o feriado municipal é a quinta-feira da ascensão que este ano calha no dia 13 de Maio.

Em anos normais, isto seria bom para os católicos que quisessem ir a Fátima, mas nada mais que isso.

Só que este ano o Papa vem a Portugal... E como Sua Santidade vem ao nosso país, não se trabalha em Lisboa no dia 11, não se trabalha no país inteiro dia 13 e não se trabalha no Porto dia 14...

Como os meus chefes são uns porreiraços, acharam que, uma vez que o Governo dava o dia 13, que é o nosso feriado municipal, eles davam o dia 14, para nós não ficarmos a perder.

É óbvio que eu fiquei contente (não vou ser hipócrita ao ponto de dizer que não fiquei), mas a verdade é que acho que isto tudo é um exagero. Não ponho em causa a importância do Papa, mas será que era mesmo necessário o país parar 3 dias?!

Como não sou católica, mas a tolerância de ponto abrange todos, vou aproveitar o fim de semana grande para sair. Aposto que vou apanhar muito bom católico a fazer o mesmo... Ah não, claro que não! Os católicos no dia 13 vão estar todos em Fátima, não é?!
Há dias em que me apetecia que a minha vida fosse diferente... Tão diferente...
Há dias em que me sinto vazia.
Hoje é um desses dias.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Na sequência do post anterior

Ontem fui ao mecânico e percebi que aquela coisa dos piscas tinha de ser arranjada pelo electricista e, como hoje eu precisava do carro,acabei por optar por andar mais um dia com os quatro piscas ligados (e as pessoas na estrada a fazerem-me sinais) e ir lá hoje ao final do dia deixá-lo para amanhã ser arranjado.

No entanto, parece que há algumas novidades...

Agora quando desligo o carro, os piscas não desligam, o que poderá significar que quando eu quiser voltar para casa, no final do dia de trabalho o carro esteja sem bateria (Acho que ao fim de um bocado os piscas desligam, mas não tenhoa certeza...)

Quando o rádio está ligado, a sirene começa a tocar. Baixinho, mas toca. Suficientemente alto, para me levar a preferir andar com o rádio desligado.

Enfim, acho que vou procurar uma bruxa...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mais uma para a colecção

Esta semana o meu carro ficou no alentejo a passar umas férias e a ver se fica arranjado de vez.

Pequeno pormenor: eu não sabia que ia haver greve de comboios três dias na semana, porque se soubesse não teria escolhido esta semana para ficar sem carro (o arranjo não era urgente).

Ora como houve e ainda vai haver mais greve dos comboios, na segunda feira tive de ir trabalhar à boleia com uma colega minha e depois pedi o carro emprestado ao meu querido papá.

Ontem, quando cheguei a casa e o tranquei, achei que o comando não estava a funcionar muito bem e que talvez precisasse de pilhas, mas como acabou por trancar bem as portas, não me preocupei mais com o assunto.

Hoje de manhã, quando tentei abri-lo com o comando... nada! Tentei várias vezes, mas o carro não abria nem por nada. Depois de 5 minutos a dar voltas ao carro, com o braço para cima, o braço para baixo, para a esquerda, para a direita e nada, entrei em desespero de causa e decidi abrir o carro com a chave, sabendo que provavelmente isso accionaria o alarme. Foi mesmo isso que aconteceu. Só que da única vez em que isto me tinha acontecido, depois de estar dentro do carro carreguei no comando e o alarme calou-se, por isso, achei que poderia tentar a mesma estratégia. Mas desta vez não resultou...

Eram 8h20 e o alarme tocava desenfreadamente. Tentei por a chave e ligar o carro e ele calou-se. Por breves instantes... porque depois retomou a sua actividade em grande. Saí do carro e ele calou-se e recomeçou e esteve nestas ameaças de "pensas que te viste livre de mim, mas olha para mim outra vez tão activo". Tentei calá-lo outra vez com o comando. Tentei também trancar o carro com a chave e depois abri-lo de novo, mas de cada vez que eu abria a porta ele disparava.

Com isto tudo, já havia estores a abrir-se e vizinhos a vir à janela ver o que se passava.

Liguei para o meu pai, a perguntar o que fazer. Ele nao sabia, coitado!

Entretanto, o meu marido ia a sair de casa para levar a criança à creche e decidimos trocar de posições: ele ficou a tentar tratar da situação do carro e eu fui levar o rapaz.

Pelo caminho encontrei o mecânico e expliquei-lhe o que se passava, ao que ele respondeu que se eu quisesse ele podia mandar lá alguém.

Depois disso, fui à loja dos chineses (que com o adiantado da hora já tinha aberto)comprar pilhas, para o caso do problema ser falta depilhas no comando. Mas não era e isso não resolveu. Liguei para o mecânico do meu pai, liguei para os senhores da empresa do alarme, e nem assim conseguimos resolver o problema.

Acabei por ir mesmo chamar o mecânico lá do sitio e ele mandou um senhor que, depois de várias tentativas de desligar o alarme com a chave que deveria servir para esse efeito, acabou por ter de desligar um fio, para cortar a corrente.

Ligámos o carro, abrimos e fechámos portas... Tudo bem! O problema estava resolvido! Despedimo-nos do senhor com muitos agradecimentos e eu, feliz e muito aliviada por finalmente aquela chinfrinheira ter parado, meti-me no carro e preparei-me para arrancar. Eis senão quando... "Maridinho, verifica lá se os quatro piscas estão ligados..." "Sim,estão, tens de os desligar" respondeu ele do lado de fora do carro "Pois, mas o problema é que eles supostamente não estão ligados..." Eu a começar a passar-me. Olhámos um para o outro com ar de desespero, ponderámos sobre todas as opções, atendendo às horas que já eram e, depois de um telefonema com o meu pai, acabei por arrancar e fazer 45 Km com os 4 piscas ligados.

Agora, quando voltar a casa, tenho de ir por o carro ao mecânico...

Ou seja,provavelmente vou ficar sem o meu carro e sem o do meu pai...

Há dias (e semanas) assim...

Ah, para melhorar a situação, dói-me um dente.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

As utilidades de ter um rolo de fita-cola grossa dentro do carro

Comprovadas por mim

- Segurar a estrutura de um espelho partido no carro;
- Improvisar um arranjo de escova limpa pára-brisas;
- Segurar o vidro do espelho novo do carro, porque ficou mal encaixado e caiu ao chão;
- Fazer a bainha de umas calças;
- ...

Haverá muitas outras, que suponho que comprovarei no futuro e prometo partilhar com os caríssimos leitores deste blog.

terça-feira, 20 de abril de 2010

"Sei, ao chegar a casa, qual de nós chegou primeiro. Tu, se o ar é fresco e perfumado. Eu, se deixo de respirar subitamente."

Lembro-me do dia em que percebi verdadeiramente o significado deste texto, cujo autor desconheço. Foi quando começámos a viver juntos. Todos os dias, quando punha a chave na porta ao final do dia, tinha a esperança de que ela só desse meia volta, porque isso significava que tu estavas em casa. Quando isso acontecia, sentia-me a flutuar. Mas quando, pelo contrário, a chave rodava e dava mais que uma volta, parecia que uma nuvem negra se abatia sobre mim...

Lembro-me também do dia em que, estando nós separados, eu disse ao meu pai que não conseguia imaginar a minha vida sem te ter por perto. Ele perguntou-me "E não achas que isso é amor?!"

Demorei algum tempo a assumir para mim mesma a importância do amor que sinto por ti... Mas sei hoje que a minha vida não faz qualquer sentido se não te tiver por perto.

Não me habituo nem quero habituar aos dias que adormeço e acordo sem te ter ao meu lado!

Os dias sem ti custam uma eternidade a passar. As horas sem ti são longuissimas. Cada minuto parece ter pelo menos 180 segundos. Mesmo que eu saiba que chegarás dentro de pouco tempo (às vezes meia hora ou uma hora).

És a pessoa a quem confio os meus segredos e a quem peço conselhos. És quem me apara as lágrimas e me ensina a sorrir.

Conheces todas as minhas peculiaridades e parece-me que até achas graça a algumas delas.

Aturas-me como ninguém!

És o melhor amigo, companheiro, e agora pai que conheço!!!

És o homem que eu amo e com quem me imagino a passar o resto da minha vida!!!

Passámos juntos os 20 e chegámos juntos aos 30...

Parabéns meu Amor!!!

Que nos próximos 30 anos sejamos tão felizes como fomos nos últimos 10!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Valorização dos nossos melhores amigos (ou pelo menos dos mais incondicionais)

Ao que parece, as crianças que vão depor nos tribunais americanos, passarão a poder contar com alguém que as apoie e conforte.

Gostei da ideia.

Balanço dos 30

Ontem completei 30 anos de vida. Sou oficialmente uma trintona!

Por isso, acho que esta é uma boa altura para fazer um balanço do que tenho e do que gostava de ter.

Podia começar aqui a escrever uma grande lista de coisas, mas o post ficaria demasiado grande e, francamente, não me apetece escrever muito.
No fundo, o mais importante é que tenho uma bela família (a original + a construída), tenho amigos de quem gosto muito, uns mais antigos (alguns há 20 anos e mais...), outros mais recentes econsegui realizar o grande sonho da minha vida: ser mãe!

Não tenho uma vivenda nem dinheiro suficiente para poder trabalhar em part-time ou a partir de casa, como gostava. Mas isso são pormenores, que eu acredito que venham a mudar :)

Posto isto, resta-me agradecer a todas as pessoas que me têm acompanhado ao longo destes anos de vida e que me dão tanta felicidade!

Aproveito também para comentar o poder das redes sociais: nunca tinha recebido tantas mensagens de pessoas com quem a relação não é muito próxima como este ano, através do facebook.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Aretha Franklin

Parece que esta senhora completa hoje 68 anos de vida.




Muito obrigada aos senhores da Rádio Comercial, que me permitiram iniciar o percurso para o trabalho ao som desta música!

Ao que eu cheguei...

Tenho saudades de ter roupa a cheirar a cão...
Adoptei uma gata no facebook e,como acho ridiculo ter de a alimentar de 8 em 8 horas, uma colega sugeriu que eu a deixasse morrer, mas eu não consigo, porque penso no coitadinho do bichinho...

'Tá bonito, 'tá!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Uma estrelinha no céu e o meu humor negro

Há dois dias ia escrever este post só com a primeira parte do título.
Falaria da minha avó, dos momentos que passei com ela, da falta que me vai fazer...
Descreveria momentos marcantes, como o dia em que ela, numa altura em que o Alzheimer já não lhe permitia reconhecer ninguém para além do meu avô, me viu entrar pela primeira vez com o carrinho de bebé e disse com um grande sorriso "Olha o João!". E como ela ficava feliz de cada vez que estava com o meu filho, seu único bisneto.
Contaria como ela me recebia no seu colo e me dava mimos tão bons e como até ao fim o seu olhar se manteve tão meigo e o seu sorriso tão doce.
Mas se eu me pusesse a falar destas coisas, inevitavelmente as lágrimas surgiriam.
Por isso, prefiro falar da forma como reajo a estas situações, porque a verdade é que lido com a morte como uma coisa natural (obrigada, papá) e ,para além disso, sou uma "mascaradora de emoções". O resultado é que nestas alturas acabo por me esconder na racionalização dos factos e no humor negro.
Quando digo "foi melhor assim" ou "agora já não sofre mais", acredito que foi mesmo (mas não é o caso da minha avó). Quando digo "Ao menos viveu uma vida inteira e foi feliz", é porque acho mesmo isso (a minha avó foi muito feliz!).
Depois, há o meu lado de humor negro e de dizer parvoices para animar as pessoas (só as digo a pessoas que sei que não levarão a mal, claro).
Vou dar um exemlo.
Ontem depois do enterro, ao ver a irmã da minha avó muito chorosa, cheguei ao pé dela e disse "Sabe que mais?! Eu gosto de ler os nomes nas sepulturas e por isso, posso dizer-lhe que a minha avó está sepultada ao pé de um senhor que se chama Neil Amstrong". As lágrimas pararam. Começou a rir-se timidamente e perguntou incrédula "Neil Amstrong???". E eu "É verdade! Neil Amstrong, nascido em 1970 ('tadinho, morreu novo)".
A tristeza dela não desapareceu, mas naquele momento eu consegui que ela sorrisse.
A irmã da minha avó é mais nova e enviuvou há um ano. Elas eram muito unidas.Por isso, esta senhora está em grande sofrimento.
Senti que, por momentos, ela descontraiu e se concentrou na graça que tinha haver pais que deram um nome daqueles ao filho e na coincidência da irmã dela ter ficado ao lado deste senhor.
No regresso, antes de entrarmos no carro, ela olhou para mim, fez um ligeiro sorriso e perguntou "Neil Amstrong?!" e eu respondi, sorrindo também "Neil Amstrong!"

Adeus vovó! Tenho muitas saudades tuas! (Porra, as lágrimas já estão a saltar!)

segunda-feira, 15 de março de 2010

AAAATTCHIM!!!!!!!!

Querido São Pedro:

Muito obrigada por estes belos dias de sol com que nos tens presenteado!
Mas, já agora, se pudesses interceder por mim junto do santinho das alergias, eu agradecia!
É que ainda só vamos a meio de Março e eu já tenho o nariz vermelho e os olhos lacrimejantes...
Ainda por cima, os meus espirros de alergia,são muito, mas mesmo muito sonoros!
E quando vem um, vêm logo mais dois ou três.
Ora isto, num local de atendimento ao público é, tal como comentaram as minhas colegas, no mínimo deselegante.
Por isso, meu querido São Pedro, por mim e por todas as pessoas que me rodeiam, põe lá uma cunhazinha para que isto melhore (ou pelo menos não piore), sim?!
Grata pela atenção dispensada,

Semi-nómada

P.S. Se me fizeres este favorzinho, eu prometo não me queixar mais das condições meteorológicas este ano.

A pedido do meu mano

A história que vou contar passou-se há cerca de 2 semanas e, como não a escrevi na altura,achei que não valia a pena fazê-lo mais tarde. Mas ontem falei com o meu querido mano e ele disse que eu devia escrevê-la. Ora, como o pedido da mano (nem sempre) é uma ordem, cá vai:

Estava aquilo a que, em linguagem de BOrda D'àgua se chama "um dia carrascoso". Eu peguei no carro de manhã e pus-me a caminho do meu localde trabalho.

Estava a entrar na auto-estrada, quando começou a chover e eu liguei os limpa-vidros, como é normal fazer nestas situações. Só que, em vez das escovas a limpar os vidros, o que vi foi a parte metálica a arranhar o vidro... Ou seja, tinham-me roubado as escovas...

Abrandei a velocidade e comecei a pensar qual seria a melhor solução. Entretanto, começou a chover torrencialmente... Decidi parar nos lugares de estacionamento antes da portagem, mas nem sabia bem a que distância estava. Fui devagarinho (cerca de 70Km/h) atrás de um camião, a guiar-me pelas luzes dele.

Quando parei, continuava a chover torrencialmente. Mas eu tinha de resolver a situação, certo?! (até porque não me podia atrasar para uma reunião) Saí do carro, fui ao vidro de trás, tirei a escova e fui pô-la no vidro da frente, do lado esquerdo, para ver se conseguia ver qualquer coisa. Pormenor: a escova de trás é maior que as da frente e não utiliza o mesmo tipo de encaixe... O que vale é que eu, desde que me partiram o espelho e eu só percebi a meio do caminho, ando sempre com um rolo de fita-cola grossa dentro do carro. Prendi a escova de trás no vidro da frente com fita-cola e enrolei também um bocado à volta da parte metálica da outra escova, para não ficar com o vidro todo riscado quando ligasse as escovas (um colega meu disse-me depois que bastava eu ter deixado o "braço" levantado, mas na altura nem me lembrei disso).

Terminado este processo e estando eu completamente encharcada, segui caminho.

Como é costume acontecer nestas alturas, depois de tudo isto, andei uns metros e parou de chover.

Bom, cheguei sã e salva ao meu local de trabalho e à hora de almoço fui comprar umas escovas novas e montei-as.

O meu grande receio depois de ter feito a chamada operação fita-cola era que a brigada de trânsito (que já não se chama assim, mas eu não sei qual é o nome actual) me mandasse parar e ainda me multasse por não ter escovas. Mas até isso correu bem.

Mais uma aventura com final feliz para a minha colecção.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O mais recente vídeo favorito do meu filho



O que tem mesmo graça é ouvi-lo a pedir "manã" e a dançar ao ritmo da música.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O meu amor pequenino



Há pouco mais de um ano e meio olhei para o bebé pequenino que tinha ao colo e pensei "Como é possivel?! Conheço-te há tão pouco tempo e já sinto que seria capaz e matar e morrer por ti..."

O tempo tem passado depressa e vejo aquele bebé muito pequenino transformar-se num rapazinho cheio de personalidade. Muito bem disposto,muito sorridente e muito certo do que quer.

Adora animais! Todos! Imita o cão, o macaco, o leão e o tigre (fazem basicamente o mesmo som) o elefante, o cavalo, o galo, o porco, a ovelha, a vaca, o pintainho, a cobra e sei lá mais o quê (não imita o gato, não me perguntem porquê, mas gosta do animal em si). Ainda não foi ao Jardim Zoológico devido às condições metereológicas, mas estou ansiosa que o tempo melhore para o levar, porque sei que ele vai adorar.

Também gosta muito de água. Adora olhar para o mar, para rios, para fontes ou para qualquer outro local que tenha água corrente. Tirá-lo do banho é normalmente um suplicio...

É ele quem me faz rir todos os dias!

Brincamos, rimos, dançamos (muito), fazemos desenhos, experimentamos coisas novas (como a plasticina, no fim de semana passado) e passamos muito bem o tempo quando estamos juntos.

Tal como há um ano, estamos sozinhos. Mas este ano sinto-me menos sozinha, porque sei que tenho amigos que me ajudam e porque ele próprio já me faz muito boa companhia.

Ele é o meu grande Amor. O meu amor pequenino é o meu amor maior!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Hoje apetece-me um abraço...
Não é preciso que mo dêem. Posso ser eu a dar.Já agora, acompanho também com uns beijinhos.
Hoje apetece-me contacto físico.
Apetece-me estar com alguém com quem me sinta à vontade para me encostar.

Deve ser nostalgia do fim de semana, não liguem.

Mas lá que me apetecia um abraço, lá isso apetecia...

P.S.: A propósito de um comentário a este post, feito off the record, cabe-me esclarecer que o que eu queria era contacto físico e não contacto sexual.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

FREEZING!!!!

O meu marido está longe e mandou-me os seguintes sms:

13h15 "Olá! Parámos agora para almoçar. Estão menos 19 graus. Tenho os pés gelados"
15h38 "Ainda faltam 40Km. A estrada está coberta de gelo e a camada de neve tem 1 metro. A temperatura é de -25..."

Vou verificar a temperatura do meu congelador, mas estou desconfiada que não chega aos 19ºC negativos...

:-S

Coisas que tenho

Tenho dores de cabeça
Tenho dores de garganta
Tenho o nariz entupido (e cheio de comichão)
Tenho os olhos lacrimejantes
Tenho um relatório para fazer, porque a reunião é amanhã e era suposto as outras pessoas darem sugestões, mas eu ainda mal o comecei
Tenho outro relatório para fazer para uma reunião na 4ª feira
Tenho a agenda demasiado cheia de reuniões marcadas (e ainda falta agendar algumas)
Tenho entrevistas para marcar e telefonemas para fazer
Tenho muita coisa para organizar
Tenho um filho maravilhoso, que me ocupa muito tempo e energia
Tenho saudades do meu marido
Tenho pena de não ter mais tempo
Tenho esperança que as coisas melhorem...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A boa acção do dia


Quem me conhece sabe que sou por natureza uma pessoa solidária. Às vezes chego ao ponto de ignorar os meus interesses (e medos) para defender os dos outros.

Exemplo disso é o facto de ter pavor de agulhas e ser dadora de sangue (com muito orgulho) há 11 anos.

Tudo começou quando na terceira classe fiz uma visita de estudo a um hospital central e nos foi explicada a importância das dádivas de sangue. Nesse dia, prometi a mim mesma que quando fizesse 18 anos iria dar sangue. Fui a primeira vez passado um mês do meu 18º aniversário e continuei a ir depois disso.

Mas de cada vez que vou dar sangue os médicos e enfermeiros quase que gozam comigo por causa da "fita" que eu faço com as agulhas, principalmente quando é para ver o nível de hemoglobina, em que a picadinha é feita no dedo (como a dos diabéticos).

Hoje, a minha boa acção do dia foi dar um bocadinho de sangue e passar a fazer parte do Registo Português de Dadores de Medula Óssea.

Tenho medo que me chamem, porque acho que o procedimento de recolha de medula deve ser bastante doloroso. Mas fui lá. E se me chamarem, farei com certeza o que for preciso.

Não o faço por pensar que um dia eu ou alguém que ame pode precisar, mas sim como forma de ajudar o próximo.

Sei que não faz grande diferença na enormidade de problemas de saúde do mundo, mas é o meu pequeno contributo.

Tou lixada!


Eu, que sempre achei que não casaria com um homem que gostasse de futebol, não só casei com um, como tenho um filho que acorda e começa a bater palmas:
- tumtum, tumtumtum, tumtumtumtum,benfica!
E logo a seguir grita:
- Goooloo!!!!

Ai a minha vida!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Maternidade é... III

Adorar o cheiro doce que emana do meu filho!

Não é aquele cheiro tipico de bebé, que é uma mistura de pó talco com óleo Johnson's.

Não, isto é o cheiro dele. Um cheiro muito diferente do de todas as outras pessoas.

Se me pedirem para descrever o cheiro do J., direi que se assemelha a marmelada... É adocicado e forte. Não é forte por se sentir à distância, mas porque é "encorpado". Não é um cheiro leve, é forte.

Quando o abraço e sinto aquele cheirinho... Tudo o que é mau desaparece!

Na verdade, para mim não há nada melhor no mundo do que o cheiro e o sorriso do meu filho!

Isto é... ser mãe!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Liberté, Egalité, Fraternité

É isto que me vem à cabeça... Liberdade, Igualdade, Fraternidade!

Porque somos todos diferentes e ninguém manda no seu coração.

Porque a diferença não é doença.

Estou feliz por saber desta decisão!

Parece-me um bom augúrio para o ano 2010 e um bom tema para o primeiro post do ano :)